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Confiança do Comércio cai 2,6% em março ante fevereiro, a 4ª queda consecutiva, diz CNC

O índice ficou em 99,2 pontos, descendo assim à zona de insatisfação, abaixo dos 100 pontos. O resultado representa o menor nível desde junho de 2021,...

Publicado em

Por Agência Estado

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Os comerciantes brasileiros ficaram menos otimistas em março pelo quarto mês consecutivo, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 2,6% em relação a fevereiro, já descontadas as influências sazonais.

O índice ficou em 99,2 pontos, descendo assim à zona de insatisfação, abaixo dos 100 pontos. O resultado representa o menor nível desde junho de 2021, quando estava em 98,4 pontos. Na comparação com março de 2024, o Icec teve redução de 9,1%.

Segundo a CNC, os varejistas estão pessimistas pela primeira vez em quatro anos.

“É um termômetro de uma economia mais complexa e desafiadora que 2025 apresenta. Com isso, o empresariado vem tomando cada vez mais decisões cautelosas para os seus negócios”, declarou o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, em nota oficial.

Na passagem de fevereiro para março, todos os três componentes do Icec registraram diminuição. O componente de avaliação das condições atuais encolheu 2,4%, com quedas nos itens economia (-5,1%), empresa (-0,9%) e setor (-2,3%). O componente das expectativas caiu 3,9% em março ante fevereiro, com piora nos quesitos economia (-5,5%), setor (-3,8%) e empresa (-2,8%).

O componente das intenções de investimentos teve queda de 1,1% em março ante fevereiro, com perdas nos itens estoques (-0,2%), investimentos na empresa (-1,6%) e na contratação de funcionários (-1,4%).

Em março, a retração na confiança do empresário foi observada em todos os segmentos varejistas, com destaque para o ramo de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos, com queda de 4,4%.

“Diante desse cenário que a pesquisa nos apresenta, ressaltamos a necessidade de atenção às atuais tendências econômicas e de investimento para que sejam priorizadas medidas que visem à recuperação da confiança do empresariado e à melhoria das condições de consumo no País”, apontou Felipe Tavares, economista-chefe da CNC, em nota.

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