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Real Madrid e LaLiga travam nova batalha por intervalo entre os jogos; clube ameaça ir à Fifa

“O Real Madrid nunca mais jogará sem 72 horas de descanso. E para isso, eles pedirão proteção à Fifa”, afirmou o Real Madrid por meio da...

Publicado em

Por Agência Estado

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Depois de duras críticas contra a arbitragem na Espanha, um novo atrito piorou as já estremecidas relações entre Real Madrid e LaLiga, órgão que organiza o Campeonato Espanhol. Irritado com a data marcada da partida com o Villarreal, neste sábado, 67 horas depois do difícil confronto com o Atlético de Madrid pela Liga dos Campeões, o clube merengue afirmou que isso nunca mais se repetirá, nem que precise recorrer à Fifa.

“O Real Madrid nunca mais jogará sem 72 horas de descanso. E para isso, eles pedirão proteção à Fifa”, afirmou o Real Madrid por meio da Real Madrid TV, canal oficial do clube. “Não jogaremos novamente sem respeitar o período de descanso de 72 horas. Não permitiremos o abuso de (Javier) Tebas na LaLiga”, comentou, referindo-se ao presidente da entidade.

Em março de 2023, a Fifa estipulou um período mínimo de 72 horas de descanso para preservar a saúde dos jogadores e afirmou que implementaria o tempo recomendado em suas competições. Apesar da recomendação, a LaLiga adota um período mínimo de 48 horas entre uma partida e outra da mesma equipe.

A desgastante partida de 120 minutos diante do Atlético de Madrid, na quarta-feira, impediu o Real Madrid de treinar antes do confronto com o Villarreal – houve apenas uma atividade de recuperação de 50 minutos entre um jogo e outro. Vinicius Júnior, por exemplo, nem sequer foi a campo e ficou fora dos relacionados.

O desgaste tem sido um dos principais problemas do técnico Carlo Ancelotti. De acordo com o diário Marca, a equipe da capital espanhola fez 21 partidas neste ano, uma média de uma partida a cada 3,3 dias. Para efeito de comparação, o Villarreal atuou 13 vezes a menos no período.

“Não entendo por que estamos jogando no sábado, e espero que um dia possamos mudar esse calendário. Os direitos televisivos e o dinheiro vêm primeiro, e a última coisa em que pensam é na recuperação dos jogadores”, reclamou o técnico do Real Madrid, que levou a campo uma equipe com cinco desfalques.

O Real Madrid afirmou que pediu a mudança da data à LaLiga, assim que o duelo foi agendado, há três semanas, mas acabou ignorado. A equipe se sente injustiçada, já que seus concorrentes ao título nacional, Atlético de Madrid e Barcelona, jogam no domingo e terão um dia a mais de descanso.

Em fevereiro, o Real Madrid publicou uma carta aberta para criticar decisões da arbitragem que “têm alcançado um nível de manipulação e de adulteração da competição que não pode ser ignorado”. Semanas depois, o clube reclamou de uma expulsão de Jude Bellingham. Em resposta, Javier Tebas chamou o presidente Florentino Pérez de “chorão” e denunciou o clube ao Comitê Disciplinar da Real Federação Espanhola de Futebol pelas críticas.

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