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Palmeiras chama Conmebol de ‘conivente’ com racismo sofrido por Luighi e critica punição branda

A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, manifestou-se a favor da exclusão do Cerro Porteño da competição, sugestão corroborada pelo próprio jogador, que criticou as “cartinhas”, como...

Publicado em

Por Agência Estado

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O Palmeiras revoltou-se com as punições aplicadas pela Conmebol ao Cerro Porteño por conta do racismo sofrido por Luighi no confronto entre as equipes na Libertadores sub-20. O clube paraguaio foi multado em US$ 50 mil (cerca de R$ 289 mil em conversão direta) e penalizado com portões fechados, medidas que, segundo o time alviverde, foram “extremamente brandas” e fazem a entidade ser “conivente” com as agressões.

A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, manifestou-se a favor da exclusão do Cerro Porteño da competição, sugestão corroborada pelo próprio jogador, que criticou as “cartinhas”, como chamadas por ele, somente repudiando o ocorrido e sem atitudes mais assertivas. A dirigente disse que levará o caso à Fifa, que já falou sobre o caso através de publicação de seu presidente, Gianni Infantino.

Em postagem no X (antigo Twitter), o Palmeiras reforçou sua posição a respeito das sanções aplicadas pela Conmebol ao clube paraguaio. “A Sociedade Esportiva Palmeiras discorda com veemência das punições extremamente brandas aplicadas pela CONMEBOL ao Cerro Porteño-PAR em razão dos ataques racistas sofridos por nossos atletas em jogo disputado pela Libertadores Sub-20, na quinta-feira (6), em Assunção, no Paraguai”.

“Com exceção da medida educativa adotada (campanha antirracista nas redes sociais do clube infrator), tratam-se de penas inócuas diante da gravidade dos fatos ocorridos e, portanto, insuficientes para combater os reiterados casos de discriminação racial no futebol sul-americano”, continuou a instituição alviverde, referindo-se à multa e punição com portões fechados.

Para o Palmeiras, as punições não servem para combater o racismo, mas mostra que as autoridades são “coniventes” com o crime “que vem se repetindo incessantemente, bem como a falência de um sistema penal incapaz de punir com o rigor necessário os crimes de racismo cometidos dentro de campo e nas arquibancadas”.

A nota é finalizada com o clube confirmando que acionará as entidades máximas do futebol mundial e que levará o episódio às últimas instâncias. “Para que o futebol sul-americano possa, enfim, tornar-se um ambiente de tolerância zero ao racismo. As lágrimas do atacante Luighi não serão em vão”, concluiu o Palmeiras, lembrando da entrevista emocionada do jogador após a agressão.

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