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Imagem referente a Identificação de crianças vítimas de incêndio pode levar até 90 dias, diz IM
Foto: Danilo Martins/OBemdito

Identificação de crianças vítimas de incêndio pode levar até 90 dias, diz IM

O exame de DNA, único método possível para a identificação das vítimas devido ao estado dos corpos, envolve a coleta de material biológico de familiares próximos,...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Identificação de crianças vítimas de incêndio pode levar até 90 dias, diz IM
Foto: Danilo Martins/OBemdito

Um incêndio trágico que ocorreu na tarde de sexta-feira (7) em Tapira, resultou na morte de duas crianças, cuja identificação pode levar até 90 dias para ser confirmada, segundo o Instituto Médico Legal (IML) de Umuarama. Os corpos das vítimas, que se encontram em estado bastante carbonizado, ainda não foram reconhecidos pela família, supostamente de origem paraguaia, que até o momento não compareceu ao IML para coleta de material genético.

O exame de DNA, único método possível para a identificação das vítimas devido ao estado dos corpos, envolve a coleta de material biológico de familiares próximos, como pais ou irmãos, e o envio deste para análise em um laboratório de genética forense em Curitiba. O resultado pode levar de 30 a 90 dias para ser concluído, com uma média de 60 dias.

O incêndio, que aconteceu em uma residência na Zona Rural de Tapira, foi tão devastador que deixou o imóvel completamente destruído, com apenas algumas paredes ainda de pé. Segundo o Tenente Tiago, do 6º Subgrupamento de Bombeiros Independente (6º SGBI) de Umuarama, a equipe foi acionada por volta das 12h30 pela Polícia Militar (PM) de Tapira, que informou sobre um incêndio com duas possíveis vítimas, ambas com cerca de 3 anos de idade.

Em meio à tragédia, a Polícia Civil (PCPR) prendeu uma mulher de 19 anos, mãe de uma das vítimas e irmã da outra, por duplo homicídio culposo. Segundo o delegado Douglas Miller Morais, da 19ª Delegacia Regional (DRP) de Cidade Gaúcha, a mulher, que estava na casa no momento do incêndio, apresentou contradições em seu depoimento e admitiu que as crianças costumavam “brincar com fogo”. A polícia segue investigando o caso.

As informações são do O Bem Dito.

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