CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Suspeito de assassinar jornalista alega discussão acalorada durante programa sexual

Suspeito de assassinar jornalista alega discussão acalorada durante programa sexual

O advogado de defesa, Valter Ribeiro Júnior, alegou que a versão dos fatos apresentada pela autoridade policial não é a realidade dos acontecimentos e destacou que...

Publicado em

Por Fábio Wronski

Publicidade
Imagem referente a Suspeito de assassinar jornalista alega discussão acalorada durante programa sexual

O suspeito de assassinar o jornalista Cristiano Luiz Freitas, Jhonatan Barros Cardoso, de 27 anos, negou as acusações de latrocínio (roubo seguido de morte) e afirmou, através de sua defesa, que o crime ocorreu após uma discussão acalorada durante um programa sexual contratado pela vítima. Segundo o advogado de Jhonatan, houve um desentendimento sobre o pagamento do serviço, o que resultou em uma briga física na residência do jornalista, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba. Cristiano foi encontrado morto, com as mãos atadas e a boca selada com fita adesiva.

O advogado de defesa, Valter Ribeiro Júnior, alegou que a versão dos fatos apresentada pela autoridade policial não é a realidade dos acontecimentos e destacou que a prisão de Jhonatan ocorreu em um contexto diferente do assassinato de Cristiano. Ele ressaltou que a investigação ainda está em andamento e que várias informações precisam ser analisadas antes de qualquer conclusão precipitada.

Jhonatan também é investigado pela Polícia Civil por suspeita de extorquir e roubar pelo menos seis pessoas. As investigações indicam que o suspeito marcava encontros por aplicativo e, após ameaçar as vítimas com uma arma de fogo, as forçava a realizar transferências via Pix.

Em janeiro, Jhonatan foi condenado por roubar e extorquir outra vítima em Curitiba. O criminoso, que passou quatro meses e 25 dias na prisão, após ter sido preso em agosto de 2024, foi solto em 13 de janeiro por decisão da juíza Fernanda Orsomarzo, da 8ª Vara Criminal de Curitiba.

Jhonatan foi condenado a uma pena de quatro anos, oito meses e 12 dias de prisão no regime semiaberto pelos crimes de roubo e extorsão contra a vítima em agosto. Contudo, a sentença foi ajustada para quatro anos, três meses e cinco dias, considerando o tempo que ele já havia cumprido na prisão.

As informações são da Banda B.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN