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Começa reunião do governo com setor de alimentos, mas Lula não participa

De acordo com a assessoria de imprensa da presidência, a reunião com empresários está ocorrendo sob coordenação do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e...

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Por Agência Estado

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Ao contrário do que foi divulgado anteriormente, a reunião do governo com entidades do setor de alimentos começou há pouco, mas o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, não está participando, informou a Secretaria de Comunicação Social (Secom). A previsão inicial era de que o chefe do Executivo estivesse presente no encontro e fizesse anúncio de medidas para frear a inflação de alimentos logo após a agenda.

De acordo com a assessoria de imprensa da presidência, a reunião com empresários está ocorrendo sob coordenação do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Além dele, também participam os ministros Rui Costa (Casa Civil), Carlos Fávaro (Agricultura) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário).

Nesta manhã, Alckmin se reuniu com um grupo de ministros para debater medidas de enfrentamento à alta do preço dos alimentos. A agenda, que durou cerca de 3 horas, foi para alinhar as ações que seriam apresentadas ao presidente.

Os chefes das pastas avaliaram que o plano de iniciativas já estava maduro o suficiente para já ser levado ao chefe do Executivo.

Diante disso, ministros se reuniram no começo da tarde com Lula para apresentar as sugestões. Após este encontro, o presidente teria a reunião com as entidades do setor de alimentos. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou a jornalistas que “hoje bate o martelo”.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o governo estudou zerar temporariamente o imposto de importação de todos os óleos vegetais. A medida incluiria óleo de soja, de milho, de girassol, de canola e de palma. A proposta do setor vem após o governo pedir um aceno do agronegócio com entregas concretas das empresas para ajudar na redução do preço do óleo de cozinha, sobretudo de soja.

Apesar da proposta incluir toda a cadeia de óleos vegetais, o foco principal é o óleo de soja. Atualmente, óleo de soja proveniente de países do Mercosul é internalizado sem imposto de importação, advindo sobretudo da Argentina e do Paraguai. Para produto importado de fora do bloco, incide tarifa de 9% sobre o óleo de soja bruto e de 10% sobre o óleo de soja refinado envasado.

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