
Coletores reivindicam por melhores condições de trabalho e ameaçam greve
De acordo com os coletores, a reivindicação é por aumento salarial e melhores condições de trabalho. Outro ponto destacado pelo grupo é a falta de apoio...
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Por Paulo Eduardo
Trabalhadores que fazem a coleta de lixo na cidade entraram em contato com a CGN para fazer um desabafo e avisar sobre uma possível greve.
De acordo com os coletores, a reivindicação é por aumento salarial e melhores condições de trabalho. Outro ponto destacado pelo grupo é a falta de apoio pelo sindicato (Siemaco) que representa a classe. Gustavo Krochinski falou com a reportagem e deu mais detalhes sobre a mobilização.
Diante da situação atual, os trabalhadores aguardam por uma resposta sobre o suas demandas até a próxima segunda-feira (2), para que o serviço de coleta não seja afetado por uma greve.
Atualização – às 10h59 do dia 28/02/2025
A Presidente do SIEMACO Cascavel (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana), Angela Mereles, em conversa com a reportagem da CGN, enfatizou que uma negociação está em curso e os procedimentos necessários estão sendo seguidos.
Mereles ressaltou o compromisso do sindicato com os trabalhadores, mas também a necessidade de se aderir às leis e regras. Segundo ela, a instauração de uma greve não é um processo que pode ser iniciado de imediato. É necessário esgotar todas as possibilidades de negociação e, após isso, publicar um edital.
“A greve, como os trabalhadores imaginam, não funciona assim. Precisamos agir dentro da lei, esgotar todas as possibilidades de negociação e, após isso, publicar um edital. Uma vez que o edital é publicado, a população é informada e 30% dos trabalhadores devem continuar trabalhando, pois se trata de um serviço essencial para a comunidade”, explicou a presidente.
Mereles ainda destacou que nem todos os trabalhadores estão descontentes com a atuação do sindicato, mas sim um pequeno grupo que, na sua visão, não compreende o funcionamento das leis e acaba fazendo comentários desnecessários.
A presidente também enfatizou que há uma comissão de trabalhadores acompanhando e representando a categoria nas negociações. Os trabalhadores que reclamaram da situação não fazem parte dessa comissão.
“Essa comissão é formada por trabalhadores da OT Ambiental, incluindo dois trabalhadores da coleta diurna, dois da coleta noturna e dois da equipe padrão. O trabalhador que fez a reclamação na matéria anterior não faz parte dessa comissão. O trabalho do sindicato vem sendo feito, porém dentro da legalidade, respeitando os trâmites legais”, concluiu Mereles.
Veja a entrevista completa:
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