
Disson é espancado até a morte; comunidade clama por justiça
O caso ocorreu na manhã de terça-feira, 22 de fevereiro de 2025, quando a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência na região. Ao chegarem...
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Por Allan Machado
Em um ato de violência que chocou a comunidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, um homem em situação de rua foi brutalmente espancado até a morte em plena via pública. A vítima, identificada como Disson de Moura, de 41 anos, foi encontrada caída no Jardim Noroeste, onde a brutalidade do ato gerou indignação e questionamentos sobre a segurança na cidade.
O caso ocorreu na manhã de terça-feira, 22 de fevereiro de 2025, quando a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência na região. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram Disson gravemente ferido. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado, mas, infelizmente, a vítima não resistiu aos ferimentos e foi declarado morto na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
A irmã de Disson, que registrou a ocorrência, relatou à Polícia Civil que testemunhas informaram sobre o crime, sugerindo que a agressão poderia ter sido perpetrada por policiais. Essa alegação gerou ainda mais tensão na investigação, que está sendo conduzida pela Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) como um homicídio.
Esse triste episódio coloca em evidência uma triste realidade: a vulnerabilidade de pessoas em situação de rua, que frequentemente se tornam alvos de violência nas grandes cidades. A brutalidade do espancamento e as circunstâncias em torno da morte de Disson levantam preocupações sobre a necessidade de uma abordagem mais humanizada e efetiva em relação à população em situação de rua.
A morte de Disson de Moura não é apenas uma estatística, mas um lembrete doloroso da luta constante que pessoas em situação de rua enfrentam diariamente. A comunidade clama por justiça, enquanto a investigação continua para esclarecer os detalhes deste crime hediondo. É fundamental que as autoridades se mobilizem não apenas para encontrar os responsáveis, mas também para abordar as questões sociais que levaram a essa tragédia.
Fonte: Tribuna do Nordeste.
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