
“Acabou rachando a cabeça com a queda” diz médico do Siate sobre criança que caiu de apartamento
A menina caiu do segundo andar do edifício. O fato foi registrado no Bairro Cascavel Velho. Diversas equipes do Siate e Samu prestaram atendimento à vítima...
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Por Allan Machado

Clederson Bittecourt, médico do Corpo de Bombeiros falou a respeito de uma criança de apenas um ano e oito meses que ficou em estado grave após cair da janela de um prédio.
A menina caiu do segundo andar do edifício. O fato foi registrado no Bairro Cascavel Velho. Diversas equipes do Siate e Samu prestaram atendimento à vítima com várias manobras para estabilização do quadro da vítima que teve dentre os ferimentos, o mais grave era uma fratura na cabeça.
A criança caiu de uma altura aproximada de 4 metros. O atendimento emergencial foi prontamente realizado pelo Siate e pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
A pequena apresentou um TCE grave, com rachadura na cabeça, e sofreu duas paradas cardíacas – uma durante o transporte na ambulância e outra já no hospital. Apesar da gravidade da situação, o quadro atual da vítima é estável. A criança está viva, sob vigilância intensiva e com o auxílio de aparelhos para manutenção das funções vitais.
“A criança ela está em estado grave, muito grave, até pela altura que ela caiu né, no segundo andar ali dá mais ou menos uns 4 metros. Ela tem um TCE grave, acabou rachando a cabeça com a queda, rachou o osso da região frontal até a região posterior; ela fez já duas paradas cardíacas, uma lá na ambulância, a gente conseguiu reanimar ela com sucesso graças a Deus e aqui (no hospital) novamente, quando nós chegamos aqui, ela parou novamente, a gente reanimou, mas agora no momento ela está estável, ela está viva”, diz o médico Clederson.
A equipe médica informou que serão realizados exames de tomografia para avaliar a extensão dos danos causados pelo acidente. Até o momento, não foram identificadas outras lesões aparentes.
Os profissionais envolvidos no resgate e no atendimento da criança relataram que, em casos envolvendo crianças, a comoção é sempre maior. Isso, no entanto, não diminuiu a eficiência e a dedicação das equipes, que se mostraram bastante motivadas e comovidas com a situação.
“Sempre quando envolve criança, a gente fica muito comovido, principalmente, nós somos pais e mães, então tem essa comoção maior, porque a criança, de certa forma, ela é inocente; Ela não sabe o que de fato aconteceu, e nós fazemos o que é possível e o que está dentro do nosso alcance para poder dar para ela uma segunda chance”, complementa Bittecourt.
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