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Saúde atualiza: 1.038 mortes por covid-19 em 24h; total chega a 60.632

“Embora o número (de casos) seja elevado, tem um número de óbitos, fase mais triste da doença, se mantendo em um ‘platô’ (estável), embora elevado, mas...

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Por Agência Estado

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O Ministério da Saúde atualizou há pouco o boletim desta quarta-feira, 1º, com os números da covid-19 no Brasil. Faltavam os números do Rio Grande do Sul no dado divulgado anteriormente. Com a inclusão, o País registrou 1.038 óbitos pela covid-19 nas últimas 24 horas, alcançando 60.632 mortos pela doença no Brasil. A pasta também somou 46.712 infectados, o que eleva a 1.448.753 casos confirmados da doença.

“Embora o número (de casos) seja elevado, tem um número de óbitos, fase mais triste da doença, se mantendo em um ‘platô’ (estável), embora elevado, mas em um platô”, disse o secretário de Vigilância Sanitária, Arnaldo Correia de Medeiros.

O dado do ministério não significa que todos as mortes ocorreram nas últimas 24 horas. Os casos, no entanto, estavam em investigação e foram confirmados neste período. Há ainda 3.931 mortes sob investigação para a doença.

Segundo o ministério, 561.255 pacientes da covid-19 ainda estão em acompanhamento e 826.866, recuperados.

O ministério apontou aumento no número de municípios com casos de mortos pela doença no Brasil na 26ª semana epidemiológica, que se encerrou em 27 de junho. Segundo a pasta, 90,1% dos municípios (5.021) tinham casos da doença nesta data, contra 88,6% na semana anterior. O porcentual de cidades com mortos passou de 42,6% para 45,8% no mesmo período.

Todas as regiões do País tiveram aumento de infectados pela doença na 26ª semana epidemiológica sobre a anterior. O maior porcentual foi observado no Sul (47% de aumento), seguido pelo Norte (23%), Sudeste (13%), Centro-Oeste (9%) e Nordeste.

Na comparação de novas mortes, houve redução de 15% no Norte e de 11% no Sudeste sobre a semana anterior. Tiveram mais mortes, neste período, Sul (37% de aumento), Centro-Oeste (36%) e Nordeste (6%).

Questionado se o aumento de casos em todas as regiões tem relação com a retomada de atividades em diversos locais, o Ministério da Saúde não se posicionou e voltou a usar como escudo decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). “Não posso afirmar que este aumento tem relação direta com a decisão do gestor local. Quando falamos que cabe ao gestor local (decidir sobre a quarentena), não é mera repetição, mas decisão do STF”, disse o secretário de Vigilância em Saúde.

O Supremo reconheceu em abril a responsabilidade compartilhada entre União, Estados e municípios de ações da covid-19, mas não livrou nenhum dos entes de atuar pela pandemia.

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