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Imagem referente a Técnico de vôlei é condenado a 78 anos de prisão por abusar de 11 alunos

Técnico de vôlei é condenado a 78 anos de prisão por abusar de 11 alunos

A sentença foi expedida nesta quarta-feira (19/02), com o homem sendo condenado a 78 anos, 6 meses e 12 dias de reclusão. Ele também deverá pagar,...

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Por Allan Machado

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Imagem referente a Técnico de vôlei é condenado a 78 anos de prisão por abusar de 11 alunos

Após denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), via 101ª Promotoria de Justiça, a Justiça condenou o técnico de vôlei Walhederson Brandão Barbosa por exploração sexual de 11 atletas, todos alunos dele.

A sentença foi expedida nesta quarta-feira (19/02), com o homem sendo condenado a 78 anos, 6 meses e 12 dias de reclusão. Ele também deverá pagar, a título de indenização para cada uma das 11 vítimas, o valor de R$ 5 mil.

Convocada para a 101ª PJ, a promotora de Justiça Marcelle Cristine de Figueiredo Arruda destacou a coragem das vítimas ao denunciarem seus agressores, pois, segundo ela, trata-se da melhor forma de “não saírem impunes das perversidades que praticam, bem como previne que outras crianças ou adolescentes sejam vítimas de abusadores e exploradores”.

“O Ministério Público continuará combatendo essas práticas criminosas, prestando o devido apoio às vítimas e incentivando que os crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes cheguem ao conhecimento das autoridades competentes, de modo que abusadores e exploradores sexuais sejam devidamente investigados, processados e punidos severamente, como neste caso”, ressaltou a Promotora de Justiça.

Sobre o caso:

O técnico foi inicialmente preso durante a Operação Bloqueio, da Polícia Civil, em novembro de 2023, por agentes da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). Na ocasião, Walhederson residia com seis adolescentes — dos quais dois, de 15 anos, de acordo com a polícia, estavam dormindo na mesma cama que o homem. O relato policial também cita que o técnico prometia ascensão na carreira de atleta, oferecendo testes fora do Estado em troca de relações sexuais (que ainda eram filmadas).

Fonte: Metrópoles

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