
Em situação vulnerável, pai e filho de 8 anos precisam de ajuda: eles não têm alimentos
Eles estão em situação complicada há seis meses, quando o pai sofreu grave acidente de trânsito...
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Por Luiz Oliveira

Uma família moradora no Bairro Pioneiros Catarinenses está precisando muito de ajuda. A situação está bastante complicada desde o mês de janeiro deste ano, quando Adolfo Ramão Galeano sofreu grave acidente de trânsito e ficou acamado por conta de fratura no fêmur e outras lesões pelo corpo.
Adolfo mora com o filho, de 8 anos, que não está frequentando a escola por conta da paralisação ocasionada pela pandemia do vírus Covid-19. O menino está na segunda série do ensino primário.
Sandra, que é mãe do filho de Adolfo, precisou largar do emprego nos últimos meses e tem se dedicado a cuidar, tanto de Adolfo, em situação vulnerável fisicamente, quanto do garotinho, filho do casal. Por conta disso, ela não consegue conciliar um emprego, pois necessita ficar em casa em período integral. Ela ainda não conseguiu receber o auxílio emergencial de R$ 600, pago pelo Governo Federal.
Ocorre que, antes da paralisação das aulas, o menino contava com “reforço” na alimentação pois tinha à disposição o lanche servido na escola. O pai, que antes do acidente podia trabalhar, tinha uma condição um pouco melhor para levar alimento para a casa. Entretanto, há quase seis meses, eles sobrevivem diante de grande dificuldade financeira e necessitam, assim, de ajuda.
Embora receba um auxílio do INSS, com o valor, Adolfo consegue apenas quitar o aluguel e manter em dia as contas mensais do imóvel. Quase não sobra para comprar alimentos e itens de higiene. Ele inclusive ainda não conseguiu receber o auxílio DPVAT.
Há poucos dias, Adolfo pediu ajuda a uma amiga. Ele pediu emprestado uma quantia em dinheiro para por comprar comida. A amiga, que também não dispõe de boa condição financeira, o ajudou como pôde, mas resolveu procurar a CGN como forma de pedir ajuda da população de Cascavel com doações. Adolfo não deseja receber valores em dinheiro, apenas doações de alimentos.
Quem puder ajudá-los, doando cesta básica ou quaisquer tipos de alimentos e produtos de higiene, pode ir até a casa na Rua Santa Clara, número 160, no Bairro Pioneiros Catarinenses. Também é possível fazer contato com Lurde, irmã de Adolfo, pelo número (45) 99958-1853 ou com Sandra (somente via Whats App), pelo número (66) 99956-5726.
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