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Carga de camarões e eletrônicos é apreendida pela RF na BR-163, em Cascavel

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A ação teve início quando agentes da Receita Federal, que realizavam patrulhamento na região de Céu Azul, notaram um veículo GM/Astra aparentemente escoltando um caminhão frigorífico que seguia sentido Foz do Iguaçu – Cascavel.
Carga de camarões e eletrônicos é apreendida pela RF na BR-163, em Cascavel

Por Diego Cavalcante

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Na madrugada desta segunda-feira (19), por volta das 5h, uma equipe da Receita Federal realizou uma grande apreensão na BR-163, em Cascavel. A carga, avaliada em aproximadamente R$ 3 milhões, continha eletrônicos estrangeiros sem documentação fiscal e camarões argentinos congelados sem registro sanitário.

A ação teve início quando agentes da Receita Federal, que realizavam patrulhamento na região de Céu Azul, notaram um veículo GM/Astra aparentemente escoltando um caminhão frigorífico que seguia sentido Foz do Iguaçu – Cascavel. A equipe passou a monitorar os veículos, que continuaram o trajeto até o viaduto do Contorno Oeste, onde acessaram a BR-163 rumo a Toledo. Neste momento, outra equipe da Receita Federal, já posicionada na rodovia, realizou a abordagem.

O caminhão e o Astra foram conduzidos ao depósito da Receita Federal para inspeção. Durante a vistoria, os agentes encontraram os eletrônicos – incluindo smartphones, tablets e memórias para computador – ocultos entre caixas de carne e batatas, aparentemente de origem nacional. Além disso, a carga continha mais de 400 kg de camarões argentinos congelados sem identificação do importador e sem registro no Ministério da Agricultura.

Durante a averiguação, constatou-se que o motorista do Astra é irmão do condutor do caminhão. Além deles, um terceiro ocupante também estava no Astra. Os três foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Cascavel, onde prestarão esclarecimentos sobre a origem da mercadoria e poderão responder por crimes como descaminho e contrabando.

A Receita Federal segue investigando o caso e alerta que ações de combate ao comércio ilegal de mercadorias seguem intensificadas na região de fronteira.

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