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Imagem ilustrativa gerada por IA/Diego Cavalcante

Mais um dia sem café…

Com o preço do café subindo mais rápido que fofoca de vizinhança, cada gota virou um luxo. A cada “pingado” no bar da esquina, sinto que...

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Por Diego Cavalcante

Imagem ilustrativa gerada por IA/Diego Cavalcante

Acordei, olhei para o lado e lá estava ele… o vazio. Não o existencial (esse já virou colega de quarto), mas o vazio da cafeteira. Mais um dia sem café. Mais um dia sem aquele abraço quente e aromático que nos consola antes mesmo de abrir os olhos por completo.

Com o preço do café subindo mais rápido que fofoca de vizinhança, cada gota virou um luxo. A cada “pingado” no bar da esquina, sinto que deveria assinar um contrato de financiamento. E o coado em casa? Quase uma cerimônia, onde cada pózinho é medido com mais cuidado que joia em vitrine.

Viver sem café é uma reflexão diária sobre prioridades. Será que vale vender o rim por uma cápsula de expresso? Ou melhor abrir um cofrinho só para financiar a cafeína do mês?

Enquanto a alta do preço continua, vou me contentando com água quente e fingindo que é chá de ilusão. Mas fica aqui o apelo: abaixem o preço do café ou me preparem para ser um zumbi mal-humorado pelo resto do ano. Porque, sinceramente, quem consegue encarar a vida sem um gole de esperança cafeinada?

Isso não é sobre café.

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