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Foto: Bahia Extremosul

Piranhas atacam banhistas: fenômeno pode ser resultado de enchentes

Especialistas apontam que esse fenômeno pode ser resultado das grandes enchentes que atingiram a região nos últimos anos...

Publicado em

Por Silmara Santos

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Piranhas atacam banhistas: fenômeno pode ser resultado de enchentes

Nos últimos dias, a ocorrência de ataques de piranhas nos rios Catolé e Pardo, na Bahia, tem gerado preocupação entre moradores, pescadores e banhistas. Registros recentes divulgados nas redes sociais mostram pessoas feridas após entrarem na água, o que tem acendido o alerta para os riscos dessa situação inusitada na região.

Nesta terça-feira (11), um vídeo compartilhado nas redes sociais mostrou um homem de pré nome Romário, tirador de areia, com o pé sangrando após ser mordido por piranhas proximo a ponte do Rio Pardo, local conhecido como Moisés Araujo. As imagens também revelam o fundo do barco da vítima com vestígios de sangue, evidenciando a gravidade do ocorrido.

Os incidentes têm sido relatados com frequência na Prainha de Lomanto, em Jequié, um local recentemente reformado e bastante frequentado por banhistas. No Rio Catolé, em Itapetinga, situação semelhante tem sido relatada, com moradores divulgando fotos e vídeos de ferimentos provocados pelas mordidas desses peixes.

A presença de piranhas em rios onde antes não eram comuns levanta questões sobre o desequilíbrio ambiental. Especialistas apontam que esse fenômeno pode ser resultado das grandes enchentes que atingiram a região nos últimos anos, alterando o curso dos rios e introduzindo essas espécies predadoras em novos ambientes. “Esses peixes foram trazidos pelas correntes das enchentes e acabaram se adaptando ao novo ambiente”, explicou um biólogo local.

Outro fator preocupante é o impacto dessas piranhas na fauna local, já que sua presença pode afetar a população de outras espécies de peixes, prejudicando o equilíbrio do ecossistema. O aumento da temperatura e a diminuição dos níveis de água também podem estar contribuindo para um comportamento mais agressivo desses animais.

Com a intensificação dos ataques, a situação segue sob monitoramento, enquanto especialistas tentam entender as razões exatas por trás desse fenômeno e buscar soluções para minimizar os impactos na região.

Fonte: Por redação do Bahiaextremosul.

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