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Imagem referente a Empresário do agro é suspeito de fazer “gato” em energia 
Foto: Repórter MT

Empresário do agro é suspeito de fazer “gato” em energia 

De acordo com informações apuradas, a equipe de inteligência da concessionária vem monitorando o empresário há meses, motivada por irregularidades constatadas no medidor de energia elétrica....

Publicado em

Por Silmara Santos

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Foto: Repórter MT

Em Lucas do Rio Verde (MT), a Operação Energia Limpa intensifica as medidas contra a fraude de energia, na qual um empresário do setor algodoeiro figura como investigado. A identidade do dono da algodoeira não foi divulgada pela concessionária Energisa, responsável pela operação em parceria com a Polícia Civil e o Politec.

De acordo com informações apuradas, a equipe de inteligência da concessionária vem monitorando o empresário há meses, motivada por irregularidades constatadas no medidor de energia elétrica. Na última constatação, indícios apontam que o responsável teria deliberadamente causado a queima do equipamento. Tal manobra, que consistiria na tentativa de reduzir o valor da conta de energia para níveis abaixo do realmente consumido, caracteriza o crime de estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal. Caso seja comprovada a fraude, o investigado pode ser condenado a uma pena que varia entre 1 e 5 anos de reclusão.

A operação teve sua oitava inspeção no local, após a constatação recorrente de irregularidades no medidor, e o equipamento foi retirado para perícia. Além da suspeita da adulteração, aponta-se que o empresário já acumula um débito de R$ 800 mil com a concessionária de Mato Grosso. Luciano Lima, gerente de combate a perdas da Energisa, enfatizou que “esses casos suspeitos são preocupantes. Se forem comprovados, podem gerar desvios milionários de energia. Por isso, nossa máxima atenção. E as forças de segurança estão muito afinadas para coibir e nos apoiar e proteger a sociedade contra esse crime. Atualmente, tem vários casos sendo monitorados.”

A diligência integra um esforço conjunto da Polícia Civil, do Politec e da concessionária, que em janeiro registrou duas prisões e o início de mais 100 investigações em Mato Grosso, sinalizando a seriedade com que o setor encara as fraudes que comprometem o abastecimento e os interesses dos consumidores.

Com informações de Repórter MT.

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