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Imagem referente a Assessor de deputado federal é preso com R$ 1,1 milhão em carro blindado
Foto: CM7 Brasil

Assessor de deputado federal é preso com R$ 1,1 milhão em carro blindado

A prisão ocorreu após o saque do dinheiro em uma agência bancária, e a operação foi resultado de uma denúncia anônima. Jacob Aarão Serruya Neto, assessor...

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Por Silmara Santos

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Imagem referente a Assessor de deputado federal é preso com R$ 1,1 milhão em carro blindado
Foto: CM7 Brasil

Brasil – A Polícia Federal prendeu em flagrante, na última sexta-feira (17), o assessor do deputado federal Antonio Doido (MDB-PA), aliado do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), e o representante comercial Wandson de Paula Silva, com R$ 1,1 milhão em espécie e em posse de um carro blindado, no bairro do Umarizal, em Belém (PA).

A prisão ocorreu após o saque do dinheiro em uma agência bancária, e a operação foi resultado de uma denúncia anônima. Jacob Aarão Serruya Neto, assessor parlamentar de Antonio Doido, e Wandson, que trabalhava na empresa A.C. Silva Comércio — com contratos com órgãos públicos estaduais e municipais — foram detidos logo após o representante comercial entregar o montante ao assessor.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, o valor seria destinado ao pagamento de propina a servidores públicos. O saque e a entrega do dinheiro em espécie são vistos como indícios de lavagem de dinheiro, enquanto o ato de corrupção foi configurado quando o montante foi repassado ao assessor.

A PF também apreendeu dois veículos, sendo um blindado, além de celulares e documentos que poderão auxiliar nas investigações. A origem do dinheiro e o envolvimento da empresa A.C. Silva Comércio, que já participou de várias licitações públicas, estão sendo investigadas. A operação é parte de um esforço para combater corrupção e lavagem de dinheiro em contratos com o poder público.

Após a prisão, Jacob e Wandson permaneceram em silêncio durante o depoimento à Polícia Federal. No dia seguinte, a juíza federal Thatiana Cristina Nunes Carvalho determinou a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares, como o pagamento de fiança no valor de R$ 40 mil para cada um e a obrigatoriedade de comparecimento periódico em juízo para justificar suas atividades.

A Justiça Federal homologou o procedimento da polícia, e ambos os suspeitos responderão ao processo em liberdade.

Fonte: CM7 Brasil

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