CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Casas Bahia luta na Justiça para ‘manter loja’ em Cascavel
Reprodução Google Maps

Casas Bahia luta na Justiça para ‘manter loja’ em Cascavel

A empresa argumenta que a renovação do contrato é essencial para a manutenção de suas operações na região...

Publicado em

Por Redação CGN

Publicidade
Imagem referente a Casas Bahia luta na Justiça para ‘manter loja’ em Cascavel
Reprodução Google Maps

O grupo Casas Bahia, tradicional empresa do setor varejista no Brasil, ajuizou uma ação renovatória de contrato de locação na Comarca de Cascavel, Paraná, com o objetivo de assegurar a continuidade de suas atividades comerciais no imóvel situado na Avenida Brasil, número 5964, no centro da cidade. O contrato atual, firmado em 2005 e válido até abril de 2025, tem um valor mensal de R$ 84.925,38 e é reajustado anualmente com base nos índices inflacionários.

A empresa argumenta que a renovação do contrato é essencial para a manutenção de suas operações na região, ressaltando que cumpre integralmente todas as obrigações contratuais há mais de duas décadas. O pedido de tutela de urgência foi apresentado para impedir o despejo da empresa até que haja uma decisão judicial definitiva sobre o caso.

Direito à renovação

De acordo com a Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/91), a ação foi proposta dentro do prazo estipulado para pleitear a renovação, entre seis meses e um ano antes do término do contrato vigente. A empresa destaca que atende aos requisitos legais para o direito à renovação, incluindo a existência de contrato por prazo determinado, exploração do mesmo ramo comercial há mais de três anos e o cumprimento de todas as cláusulas pactuadas.

No mérito, as Casas Bahia propõem a renovação do contrato pelo mesmo prazo de cinco anos, mantendo as condições atuais, como o valor do aluguel, que será atualizado anualmente pelo índice IGPM/FGV.

Impactos potenciais

Além da renovação contratual, a empresa solicita que, em caso de decisão desfavorável, o locador seja condenado a indenizar eventuais prejuízos e lucros cessantes decorrentes da mudança de ponto comercial, conforme previsto na legislação. Esse pedido cautelar busca mitigar os impactos financeiros e operacionais para a empresa em um cenário de não renovação.

No âmbito processual, a empresa também demonstrou que a não concessão da tutela antecipada poderá causar prejuízos irreparáveis, incluindo a interrupção abrupta de suas atividades no local. Em contrapartida, assegurou que eventual reversão da decisão não trará danos irreversíveis ao locador.

O que acontece agora?

O processo segue aguardando decisão liminar sobre a tutela de urgência. Além disso, as Casas Bahia manifestaram interesse em uma audiência de conciliação para tentar resolver o litígio de forma amigável. Caso não haja acordo, a questão será analisada pelo Poder Judiciário, que avaliará o preenchimento dos requisitos legais para a renovação.

Resposta do Grupo Casas Bahia (Atualizado às 16h27)

A assessoria do Grupo Casas Bahia, procurou a CGN e informou que:

“O Grupo informa que a renovação do contrato foi concluída no início de novembro, reafirmando seu compromisso com a parceria. As negociações transcorreram de forma pacífica e produtiva, garantindo todos os ajustes necessários para um próximo ano promissor.”

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN