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Imagem referente a Operação ‘Não Seja um Laranja’: PF desarticula esquemas de fraudes bancárias eletrônicas
© Polícia Federal/divulgação

Operação ‘Não Seja um Laranja’: PF desarticula esquemas de fraudes bancárias eletrônicas

A ação faz parte da Força-Tarefa Tentáculos, que tem como um dos principais pilares a cooperação com as instituições bancárias e financeiras no combate às fraudes...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Operação ‘Não Seja um Laranja’: PF desarticula esquemas de fraudes bancárias eletrônicas
© Polícia Federal/divulgação

A Polícia Federal, em uma ação conjunta com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a associação Zetta e a Associação Brasileira de Internet (Abranet) e suas instituições filiadas, deflagrou na última quarta-feira (27/11) a operação “Não Seja um Laranja”. A iniciativa tem como objetivo principal desarticular esquemas criminosos voltados à prática de fraudes bancárias eletrônicas.

A ação faz parte da Força-Tarefa Tentáculos, que tem como um dos principais pilares a cooperação com as instituições bancárias e financeiras no combate às fraudes bancárias eletrônicas. A operação foi responsável pelo cumprimento de sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Federal de Foz do Iguaçu, nos estados do Paraná (5), Rio de Janeiro (1) e Goiás (1).

As investigações da Polícia Federal nos últimos anos apontaram um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos. Estas pessoas “emprestam” suas contas bancárias para receber transações fraudulentas, mediante pagamento, facilitando a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que prejudicam inúmeros cidadãos. Popularmente, são conhecidas como “laranjas”.

A operação “Não Seja um Laranja” é mais uma ação de caráter nacional que visa coibir esse tipo de conduta criminosa. Ações semelhantes foram realizadas nos anos de 2022 e 2023, também com alcance nacional.

Os delitos a serem apurados na operação são associação criminosa, furto qualificado mediante fraude, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. As penas para esses crimes podem somar mais de 20 anos de prisão.

A Polícia Federal alerta que emprestar contas bancárias para receber créditos fraudulentos é crime e causa danos consideráveis aos cidadãos. Além disso, esse tipo de conduta delitiva tem sido um dos principais vetores de financiamento de organizações criminosas, além de causar prejuízos financeiros a milhares de brasileiros.

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