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Imagem referente a Segundo DH, acusados de matar Amanda Amorim teriam seguido uma testemunha para “tirar satisfação”

Segundo DH, acusados de matar Amanda Amorim teriam seguido uma testemunha para “tirar satisfação”

Esta testemunha perseguida seria outro jovem, este identificado como Darlan; Ele estava em outra motocicleta, mas veículo atingido foi os das jovens...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Segundo DH, acusados de matar Amanda Amorim teriam seguido uma testemunha para “tirar satisfação”

Na noite desta sexta-feira (19), a Delegacia de Homicídio encaminhou uma nota sobre o interrogatório dos acusados de matar Amanda do Prado Amorim.

Fábio de Freitas de 24 anos e Roberto Carlos Freitas de Souza, de 22 anos, foram localizados ontem em uma área rural e encaminhados para Delegacia de Polícia Civil.

Hoje, eles foram ouvidos e deram detalhes do que teria acontecido no dia do acidente, qual provocou a morte de uma das jovens e ferimentos em Erika Cristina de Oliveira.

Conforme as informações, outra motocicleta também teria sido perseguida na ação que envolveu os jovens. Os acusados teriam se envolvido em uma confusão, onde um deles teria sido injuriado por uma pessoa identificada como Darlan, que também teria sido perseguido.

Os jovens teriam seguido este homem para tirar satisfação, quando acabaram atingindo a motocicleta das jovens.

Confira a nota completa.

A Delegacia de Homicídios informa que, na tarde de hoje, efetuou o interrogatório dos suspeitos de matar Amanda do Prado Amorim, fato ocorrido no dia 12/06.

O motorista detido disse não conhecer Amanda, Erica, nem a testemunha Darlan, bem como negou ter agido com a intenção de matar Amanda.

Alegou, em sua defesa, que momentos antes foi injuriado pela testemunha Darlan, tendo, na sequência, seguido a testemunha para “tirar satisfação”.

Relatou que somente após a colisão percebeu que as vítimas se tratavam de duas pessoas do sexo feminino.

Aduziu, por fim, que prestou socorro às vítimas, ajudando as testemunhas a retirarem o veículo Kaddet de cima das vítimas.

Indagado quanto as pessoas o teriam auxiliando na fuga, optou por exercer seu direito constitucional ao silêncio.

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