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Imagem referente a Coveiro é demitido e investigado após postar vídeos com ossos na web
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Coveiro é demitido e investigado após postar vídeos com ossos na web

Ele postou vídeos em uma rede social mostrando sua rotina de trabalho, no Cemitério São Sebastião.Nas imagens, que estão na rede social Kwai, Alex Flélix remexe...

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Por Silmara Santos

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Imagem referente a Coveiro é demitido e investigado após postar vídeos com ossos na web
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Às vésperas do Dia de Finados, celebrado no sábado (2), um coveiro que trabalhava no Cemitério Público de Nazaré da Mata (PE), na Zona da Mata Norte, virou alvo de uma investigação da Polícia Civil.

Ele postou vídeos em uma rede social mostrando sua rotina de trabalho, no Cemitério São Sebastião.
Nas imagens, que estão na rede social Kwai, Alex Flélix remexe em ossos e limpa jazigos e túmulos.

De acordo com informação extraoficial, ele foi demitido do emprego por determinação da prefeitura.
O Diario de Pernambuco entrou em contato com a administração municipal, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

Por meio de nota, enviada nesta quarta (30), a Polícia Civil informou que está ciente da denúncia e tomando as devidas providências através da delegacia de Nazaré da Mata.

O que ele fazia

Alex Felix usava sua conta no Kwai para mostrar velórios, sepultamentos, retiradas de caixões e restos mortais.

Na rede, ele tem 15 mil seguidores, com 123 mil curtidas recebidas e já publicou centenas de vídeos, que continuam disponíveis. Em um deles, ele aparece retirando restos mortais de um caixão.

Quais crimes

A polícia não informou quais crimes está investigando. No Código Penal Brasileiro existe a tipificação de “vilipêndio de cadáver”. Trata-se de um crime previsto no artigo 212 da legislação, de 1940.
Esse delito consiste no ato de desrespeitar, ridicularizar, ofender a honra do corpo de uma pessoa morta. A pena é de 1 a 3 anos de reclusão.

Repercussão

O caso gerou repercussão nas redes sociais, com pessoas questionando o profissionalismo e o desrespeito com os mortos.

“Desumano um tipo de pessoa fazer um negócio desse, não tem consideração pela família e nem pela pessoa que foi enterrada”, disse um usuário.

Fonte: Diário de Pernambuco

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