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Imagem referente a Suspeitos do homicídio de Nenê Games são denunciados pelo Ministério Público

Suspeitos do homicídio de Nenê Games são denunciados pelo Ministério Público

O caso ocorreu na manhã do dia 23 de novembro de 2023. Sem esconder o rosto, Silvio entrou no estabelecimento de Gersino e atirou na cabeça...

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Por Silmara Santos

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Imagem referente a Suspeitos do homicídio de Nenê Games são denunciados pelo Ministério Público

A juíza Anna Paula Gomes de Freitas, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá (MT), aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réus Silvio Júnior Peixoto, Vanderley Barreiro da Silva e Jocilene Barreiro da Silva, acusados de serem, respectivamente, assassino e mandantes dos assassinatos de Gersino Rosa dos Santos, o “Nenê Games”, e de Cleyton de Oliveira de Souza Paulino, no Shopping Popular.

O caso ocorreu na manhã do dia 23 de novembro de 2023. Sem esconder o rosto, Silvio entrou no estabelecimento de Gersino e atirou na cabeça dele. Conforme demonstrado pela perícia, a mesma bala que matou “Nenê Games” atingiu Cleyton de Oliveira, de 27 anos, que trabalhava em um box ao lado e nada tinha a ver com o caso.

A investigação da Polícia Civil mostrou que o crime foi encomendado, ao custo de R$ 10 mil, porque Vanderley e Jocilene acreditavam que Gersino teria ordenado o assassinato de Girlei Silva da Silva, de 31 anos, conhecido como “Maranhão”, 14 dias antes. Girlei era filho de Jocilene, e irmão de Vanderley.

Os três deverão ser julgados por homicídio triplamente qualificado, pelo crime ter sido realizado mediante pagamento, por ter exposto mais pessoas ao risco de morte e por usar recurso que dificultou a defesa das vítimas.

A magistrada ainda negou aos réus o direito de recorreram em liberdade e manteve as prisões preventivas por entender que não houve alteração no quadro fático e visando a manutenção da ordem pública.

“Portanto, com base no exposto, mantenho a prisão preventiva de Silvio Júnior Peixoto, Vanderley Barreiro da Silva, vulgo ‘Cigano’, e Jocilene Barreiro da Silva, com espeque no art. 312, caput, c/c, art. 313, inciso I do Código de Processo Penal, por persistirem os pressupostos fáticos que embasaram originariamente o decreto cautelar, recomendando-se a manutenção da decisão anteriormente prolatada”, diz trecho da decisão, datada dessa segunda-feira (14).

Mãe e filho foram presos no dia 2 de abril deste ano, em Campo Grande (MS). Já o assassino está preso desde 25 de março, quando foi localizado na cidade de Uberlândia (MG).

Fonte: Repórter MT

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