
CGN entrevista Henrique Mecabô, peça-chave na eleição de Renato Silva e político promissor
Vice-prefeito eleito busca encontrar no apoio de Renato, Paranhos e Ratinho Junior bagagem para ser um grande nome para Cascavel...
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Por Fábio Wronski

Nesta segunda-feira (07), Henrique Mecabô, vice-prefeito eleito de Cascavel pelo partido NOVO, compareceu à CGN para falar sobre a vitória expressiva que obteve nas urnas, ao lado de Renato Silva. A dupla venceu as eleições municipais ainda no primeiro turno, surpreendendo as pesquisas eleitorais que previam uma disputa mais acirrada.
Mecabô e Renato Silva conquistaram 56,41% dos votos válidos, totalizando 95.168 votos dos cidadãos de Cascavel. Mecabô já havia se destacado em 2022 quando concorreu ao cargo de Deputado Federal pelo Paraná, recebendo 27.651 votos, dos quais 15.359 foram de Cascavel.
Durante a entrevista, Mecabô refletiu sobre seu futuro na política. Ele também discutiu sua trajetória pré-eleitoral, durante a qual foi preterido por alguns partidos, mas acabou sendo considerado uma opção sólida para o cargo de vice-prefeito.
Mecabô explicou que sua decisão de se aliar ao Partido Liberal de Renato Silva foi influenciada pelo apoio do Prefeito Leonaldo Paranhos. Durante a campanha, Mecabô ganhou destaque, dividindo os holofotes com Renato Silva, algo raro para um candidato a vice.
Ao ser questionado sobre a administração futura, Mecabô afirmou que a gestão será compartilhada entre ele e o prefeito eleito, mas não deu mais detalhes sobre como isso funcionará na prática.
Confira a entrevista na íntegra:
CGN: A CGN recebe nesta segunda-feira, pós-eleição, o candidato, agora eleito, Henrique Mecabô, candidato a vice-prefeito. Henrique, obrigado pela presença aqui na CGN, inicialmente parabéns aí pela eleição.
HENRIQUE MECABÔ: Obrigado, obrigado pela recepção, foi uma vitória muito expressiva, quero inclusive agradecer a CGN pela cobertura completa e isonômica de todo esse período eleitoral. Esse período eleitoral teve momentos difíceis, tensos, foi uma campanha intensa, acredito que para todos os concorrentes que até ontem eram adversários, mas esse momento de eleição, esse momento eleitoreiro acabou e agora é o momento de trabalhar, não rumo a uma vitória eleitoral, mas a uma vitória da cidade toda.
CGN: Henrique, as últimas projeções de pesquisa apontavam uma possibilidade de vitória com 51%, mas vocês tiveram aí o número de 56%, isso surpreendeu essa vitória já no primeiro turno?
HENRIQUE MECABÔ: Olha, nos deixou certamente muito felizes, mas eu não posso dizer que surpreendeu, porque digo isso com humildade e com o pé no chão, nós vimos em especial nessas últimas semanas intensificando muito o trabalho de rua, visitando casas porta a porta, visitando cada comércio e sendo sincero, em especial em algumas regiões específicas era difícil, se não impossível encontrar eleitores dos adversários, claro que as pessoas às vezes podem se constranger de declarar um voto que não para nós, para mim e para o Renato, mas nós os encontrávamos ao final do dia e falávamos, olha, o sinal é muito positivo, para além das pesquisas que nós acompanhávamos diariamente, acho que existe esse maior termômetro da eleição que é o candidato para a rua, a recepção estava muito positiva, a gente acreditava de fato numa vitória em primeiro turno, sem necessariamente cravar um número, que realmente foi super expressivo, mais de 95 mil votos, mais de 56% dos votos aqui na cidade já no primeiro turno, mas nós acreditávamos sim que essa vitória viria já ontem.
CGN: Na campanha você se destacou como o candidato a vice que mais aparecia nos tempos de TV, mais tinha visibilidade, cedida pelo candidato a cabeça da chapa, essa divisão ela vai prosseguir na administração da prefeitura nos próximos quatro anos?
HENRIQUE MECABÔ: Vai prosseguir certamente, eu e o Renato de fato compartilhamos essa campanha, passamos muito tempo juntos, desenvolvemos muitas propostas de maneira conjunta e ouvimos diferentes grupos da sociedade, os dois sempre juntos, unidos, trocando ideia depois. E o Renato já tem sinalizado antes, durante o período eleitoral, mas em especial desde hoje cedinho nas entrevistas que nós já demos, em conversas entre nós dois, que ele espera que o trabalho siga sendo compartilhado. Eu e o Renato nos complementamos muito bem, eu venho com uma bagagem técnica, acadêmica, não tenho tanta experiência de mão na massa como o Renato tem de sobra, mas venho com uma disposição de inovar, de pesquisar e buscar políticas públicas que já dão certo, não só em outras cidades do Brasil, mas fora do país para trazer para Cascavel, para que nós superemos de maneira técnica e preparada as dores de crescimento e de se tornar uma grande cidade. O Renato como gestor, como executor, empresário que é, tem a habilidade de implementar essas políticas públicas, mas eu posso sim em vários momentos ser originador das ideias e ele conta muito comigo para isso, ele cobra bastante isso de mim, tanto é que já sinalizou, por exemplo, que a minha sala vai voltar a ser imediatamente do lado dele, como prefeito, para que a gente de fato tenha sempre portas abertas um para o outro e um ampare o outro nas decisões que certamente são muito difíceis. A gente está falando de gerenciar sonhos e expectativas de mais de 300 mil cascavelenses, mais de 95 mil já nos deram a confiança ontem, nos sagraram vitoriosos de maneira estrondosa nesse primeiro turno, mas nós temos um compromisso de trabalho agora com todo cidadão de Cascavel, todo mundo que inclusive escolhe Cascavel para morar. Nós precisamos trabalhar desde já para ganhar a confiança desses que ainda não nos deram a confiança na eleição, mas que certamente darão depois de ver o nosso trabalho conjunto.
CGN: A gente sabe que em alguns cenários as coligações já mobilizam algumas secretarias que serão cedidas para determinado partido, no caso de você, o vice vai ficar responsável por alguma secretaria, alguns nomes serão modificados? como está esse trabalho já?
HENRIQUE MECABÔ: Olha, o que a população sinalizou é que esse time do Paranhos e do Renato, que agora passa a ser do Renato e do Henrique Mecabo como vice, é um time que está ganhando. Claro que mesmo nesse cenário, na política, às vezes um time que está ganhando se mexe sim, até porque não é todo secretário que quer continuar no governo, existe uma expectativa de que o Paranhos talvez acenda uma posição de ainda mais relevância onde vai continuar ajudando Cascavel, claro, no nível estadual e ele pode levar parte do time aqui de Cascavel com ele para isso e nós tivemos, por exemplo, secretários como Hudson, que foi eleito vereador, que muda de posição para servir ainda mais e ainda melhor na Câmara. Nesse cenário algumas mudanças virão, nós não estamos esperando uma renovação total de secretariado, porque a gente tem falado na continuidade desse trabalho, no nosso mundo ideal, depois dessas 12 semanas de transição, a população nem vai perceber que houve alguma virada de chave de dezembro para janeiro, a gente quer continuar com o pé no acelerador sem trepidações. Além disso, claro, nós tivemos a maior coligação da cidade, dentro da coligação existem muitos nomes preparados que podem e nós precisamos que nos ajudem a governar. É uma cidade com cerca de 10 mil servidores para gerenciar os sonhos de mais de 300 mil habitantes com mais de 2 bilhões de orçamento anual, nós precisamos de gente preparada que nos ajude porque não são só duas cabeças que vão dar conta disso. Quando eu aceitei o serviço do Renato, nós assinamos publicamente um termo de compromisso onde um dos pontos é a garantia de que nomeados discricionários do prefeito para as funções comissionadas, funções de confiança, tenham experiência adequada e ou preparo técnico adequado. Nós vamos exigir isso de qualquer pessoa que venha compor o nosso time, mas é natural que toda essa coligação de seis partidos que nos apoiem na eleição queiram indicar nomes e a gente vai estar de portas abertas para isso também. No meu caso, como vice-prefeito, nós não discutimos carga específica. Renato tem cobrado, de que eu compartilhe a gestão com ele, a gente vai começar a avaliar nesses próximos dias de início de transição que tipo de estrutura, se é que já existe esse rótulo de secretaria, que faria sentido para que eu ajude o Renato a supervisionar todas as secretarias e ampare ele em todas as decisões. Não sei se eu vou ser secretário de uma pasta que já existe ou se nós vamos criar uma nova estrutura que me permita ajudar o Renato. Eu estou à disposição dele, de todo esse time do Paranhos que já vem dando muito certo.
CGN: Henrique, há dois anos atrás você concorreu ao cargo de deputado federal, fez uma pontuação que possivelmente viabilizou essa sua candidatura como vice do Renato. Você tem uma grande experiência política, mas eu queria saber um pouco sobre as projeções nesses próximos quatro anos. O Henrique está comprometido a ser vice de Cascavel, já tem alguma projeção a lançar uma nova candidatura para o deputado federal ou possibilidade de outros cargos também?
HENRIQUE MECABÔ: O partido Novo não exigiu isso de mim, esse lançamento de candidatura, e eu mesmo tenho dito que o meu compromisso nesse momento é com a cidade. Eu poderia ter lançado uma candidatura majoritária própria, provavelmente não seria bem sucedida, terminaria isolada, mas talvez me daria ainda mais exposição do que eu tive agora como vice. Tive muita exposição porque o Renato tem esse desprendimento de vaidade, de poder, compartilhou espaço comigo e quer que continue assim. Nisso, eu estou sentindo que vou gostar muito de ser executivo municipal. O Renato, por vezes, já disse que claro que depende de todo um arranjo político e nós temos um timaço de pessoas que também podem ocupar esse espaço, assim como haviam outros nomes que poderiam ter ocupado a vice do Renato nessa disputa. Mas o Renato tem enfatizado, primeiro, o fato histórico, esse marco que ele ser o primeiro vice-prefeito na história de Cascavel em todas essas décadas, que é convidado, chamado pelo prefeito para ser apoiado ao seu candidato de sucessão. E além de enaltecer isso, o Renato tem dito, me parece, com muita sinceridade, que nós vamos trabalhar para que eu seja o segundo a passar por isso. Nós temos tempo para discutir isso, a política, claro, muda o tempo todo, mas o meu compromisso agora é com Cascavel. Eu decidi abrir mão de uma candidatura própria, que me projetaria para uma futura candidatura para deputado, para cuidar da cidade, para aceitar o convite do Renato e do Paranhos, para ajudar na continuidade desse trabalho e esse é o meu foco nesse momento.
CGN: Henrique, você está em um partido que tem muita projeção de candidatos jovens, uma nova mudança, uma nova visão. O último candidato à presidência do novo, Filipe D’Avila, nesse ano lançou um livro estabelecendo alguns critérios para que possivelmente a direita volte a assumir o cenário nacional, dizendo que seria a direita sensata que teria uma diferença com a direita do bolsonarismo. Você tem um candidato hoje do PL, como é essa visão de uma possibilidade do partido Novo intervir para um candidato que não seja de extrema direita aliado ao Bolsonaro e possa ser uma visão diferente para a candidatura para a presidência da República?
HENRIQUE MECABÔ: Hoje, apesar da visão do Felipe, o Felipe tem meu total respeito, o Felipe D’Avila ali é um amigo, eu o apoiei na última campanha dele à Presidência, rodamos parte do Estado juntos porque eu estava candidato a deputado federal. Apesar dessa visão dele, o Novo tem seguido um rumo mais pragmático, já deu alguns sinais de que vai evitar uma divisão de um mesmo campo ideológico, olhado de maneira ampla dos liberais e dos conservadores, se houver uma candidatura de maior viabilidade. Nós temos um nome que desponta hoje, que é o do governador Romeu Zema, que já se colocou à disposição, com desprendimento inclusive, para eventualmente ser o vice numa chapa presidencial, não cravando, batendo o pé, que quer ser candidato à Presidência necessariamente e esse pragmatismo, me parece, tem feito muito bem ao Novo. Nós passamos de um prefeito, que tínhamos lá da eleição de 2020, para 18 eleitos nesse pleito e agora ainda dois em segundo turno. Mas já um prefeito, inclusive, aqui perto, em Cafelândia, eu agora vice-prefeito, vereadores se eu não me engano, estavam ali na casa dos 20, agora estamos em mais de 250. Então é um crescimento expressivo que foi possível porque o Novo se dispôs a fazer alianças, percebendo que não precisava abrir mão de princípios e valores fundamentais para se aliar. Isso, em certo sentido, era também um extremismo do Novo, de entender que só o Novo prestava, que só o Novo tinha bons quadros. Não é verdade. Eu encontrei um bom quadro no time do Paranhos, no Renato, que é o nome que está no PL e aqui em Cascavel nós formamos uma grande aliança com vários outros bons nomes que não estão no nosso partido. Nessa atuada, eu acredito mais numa via do Novo hoje de aglutinação, para não dividir os votos, como inclusive aconteceu em várias cidades pequenas, garantindo a vitória de um polo muito diferente do nosso. É melhor para o desenvolvimento do País que nós estejamos alinhados a alguém, que seja candidato, com 80% de alinhamento às nossas ideias, do que dividir por causa desses 20% de diferença e permitir a vitória de alguém que é diametralmente oposto. Foi o que aconteceu, por exemplo, na eleição do Lula e do Bolsonaro. O Novo tinha divergências com o Bolsonaro, mas eram divergências pontuais, enquanto tinha total discordância com o governo Lula. O posicionamento da ampla maioria dos filiados foi muito claro em prol da eleição do Bolsonaro de não acontecer naquele momento e foi também um passo de maturidade para o Novo, de entender que pode ocupar espaço na política fazendo alianças, fazendo acordos, sem abrir mão desses princípios e valores que a gente traz desde a fundação do partido.
CGN: Você tem um apoiador muito forte dentro do Estado que chegou a assumir como deputado federal, mas por questões jurídicas na saída dele do Judiciário acabou perdendo esse cargo que é o Deltan Dallagnol. Ele é um possível candidato nesse novo cenário, tanto para senador quanto para deputado federal. Também há uma viabilidade em conquistar novos filiados para o Novo em todas as regiões do Paraná para que vocês cresçam cada vez mais e tenham mais força também, Henrique?
HENRIQUE MECABÔ: Com certeza. A vinda do Deltan facilitou esse processo de migrar políticos, inclusive já com experiência que tinham o nosso perfil, para o time do Novo. Foi o que eu fiz como coordenador regional, além de pré-candidato ao prefeito naquele momento, para trazer bons quadros em quedas do Iguaçu, onde nós elegemos vereador, em Medianeira também, em Realeza, para dar alguns exemplos, além de Cafelândia, aqui perto, onde nós elegemos o prefeito, que é o Júnior Motter, um cara que já havia sido vice-prefeito, mostrou um excelente trabalho e que estava buscando uma legenda para tentar uma candidatura agora a prefeito. Encontrou no Novo uma casa de alinhamento com seus princípios, com seus valores. Esse tipo de crescimento de base é o que muitas vezes falta não só para o Novo, mas para os partidos de direita. Olhando para esse campo político de maneira mais ampla, eu entendo que falta uma formação de base mais estrutural. A esquerda semeia melhor, desde a base, desde até a política estudantil, suas novas lideranças e a direita, por muitas vezes, vive de ondas. Vem uma figura que desponta, todos acompanham aqui do partido, o partido pontualmente cresce, depois desincha quando o momento dessa figura passa. O Novo agora migra, claro, trazendo o Deltan para dar essa visibilidade, em especial aqui no Paraná, para um modelo de crescimento sustentável. É mais lento e é de longo prazo, mas a transformação de um país do tamanho do Brasil vai ser de longo prazo. Não tem bala de prata para resolver, nem os problemas da cidade de um dia para o outro. Seria impossível eu e o Renato prometermos, nós fomos muito cautelosos mesmo, prometermos mudanças drásticas a partir do momento que assumir o vou zerar a fila disso, o vou zerar a fila daquilo. É um trabalho de longo prazo, é um trabalho técnico e isso se replica no nível de Brasil, é o que o Novo tem empregado com essa formação já desde a base.
CGN: Você estudou, saiu do país, economista, estudou políticas públicas, no cenário nacional nós temos muitos candidatos com essa base de 28 anos, 30 anos, exemplo do Nicolas Ferreira, Tabata Amaral, o Campos também reeleito como prefeito, mas no município e seu aliado nós temos também o prefeito Paranhos, candidato eleito com 35 anos como vereador no município de Cascavel. Teve uma projeção para deputado estadual, prefeito por dois mandados. Paranhos, é um exemplo para você conseguir seguir e alcançar também novas projeções e o que a população de Cascavel também pode esperar no cenário aí de você chegar talvez para senador, governador, qual que é a sua projeção, Henrique?
HENRIQUE MECABÔ: Olha, esses ainda são sonhos distantes para mim, eu preciso primeiro mostrar serviço como vice-prefeito e aguardar a aprovação da população para ver se merecerei voos mais altos. O Paranhos certamente é alguém para se espelhar, digo isso porque ninguém tem uma aprovação dessa de quase 90% à toa, o Paranhos também me inspira, além da disposição ao trabalho que ele tem que todos nós vemos o tempo inteiro na rua fazendo um mandato popular, um mandato presente na vida da população, uma coisa que inspira é que ele não desistiu da política como ferramenta de transformação, porque ele teve várias derrotas eleitorais e mesmo assim seguia colocando o a disposição com humildade, perdia uma eleição e no dia seguinte estava agradecendo quem havia apoiado ele para manter um grupo unido, é um grupo que boa parte ele mantém até hoje e isso acho que é um exemplo a ser seguido porque alguns políticos jovens, até por inexperiência como eu já tive lá atrás, às vezes eu entendo que partem muito para pancadaria e acham que vão ser heróis sozinhos, que vão ser a bala de prata, a bola da avessa, eu tenho gostado dessa maneira de aprender com políticas mais tradicionais, em certo sentido, como o próprio Paranhos e Renato, de aglutinar grupo, de ter um time, de ter uma base de sustentação porque ninguém vai resolver problemas tão grandes sozinhos, a gente fica falando que Cascavel é a cidade do futuro, que finalmente esse futuro está chegando, mas mesmo que o Brasil é o país do futuro, esse futuro nunca chega porque às vezes nós esperamos soluções muito fáceis, prontas, mediáticas para problemas complexos. É necessário se ter um time de longo prazo, com planos de longo prazo, eu passo a traçar essas metas a partir daqui, é minha primeira vitória eleitoral, é uma honra para mim conseguir me tornar vice-prefeito eleito mais jovem da história de Cascavel, com 28 anos e é a partir daqui que eu posso mostrar serviço e começar a sonhar mais alto, mas sempre aos pouquinhos, sempre com cautela e sempre sendo guiado por quem já chegou lá e já mostrou o que sabe fazer e esse sem dúvida é o caso do prefeito Paranhos.
CGN: Henrique, parabéns novamente pela eleição, espero que você e o Renato sejam a administração não só para os 56% mas para 100% dos eleitores, os 368 mil que temos aqui em Cascavel, que seja um mandato com muita competência e crescimento para o município.
HENRIQUE MECABÔ: Obrigado, quero agradecer de novo à CGN pela cobertura dessa eleição e quero já me manter de portas abertas à CGN sempre, para a cobertura do nosso mandato, do nosso trabalho e também para as cobranças, para as críticas construtivas, vocês muitas vezes são um termômetro do que está na ponta, do servidor que está entregando serviço público e em geral da população que tem inúmeras demandas, a política é um trabalho difícil, tem me parecido, de priorizar com o dinheiro que é de todo mundo, que problemas nós vamos solucionar primeiro. Quero que a população saiba que pode contar comigo para sempre trabalhar de maneira técnica na solução desses problemas, para seguir inovando sempre que possível dentro da política, para seguir lutando por renovação com qualificação cada vez mais dos nossos quadros e acima de tudo para trabalhar pelo bem da cidade. Não estou na política para cuidar do meu umbigo, graças a Deus o Renato também já está em um patamar da vida que não precisaria disso, mas nós aceitamos esse chamado e fizemos uma composição que é pela continuidade do desenvolvimento de Cascavel com inovação, com novas soluções para essas dores do crescimento de uma cidade que cresce tão rápido. Esses quase 400 mil cascavelenses vão poder contar comigo como funcionários de cada um de vocês, não só quem votou na gente, mas em especial quem ainda não nos deu sua confiança. É em especial para isso que nós queremos trabalhar, para mostrar que talvez por uma visão errada do nosso perfil, do nosso preparo, se enganaram sobre a nossa competência. Nós queremos provar um trabalho para a população que nós merecemos sim esse mandato e se Deus quiser mereceremos outros mais.
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