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Imagem referente a Saiba qual é a região que mais consome lubrificante Xapa Xana, carro-chefe de associação criminosa
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Saiba qual é a região que mais consome lubrificante Xapa Xana, carro-chefe de associação criminosa

De acordo com o levantamento feito pela Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), Águas Claras lidera o ranking de compradores da Xapa Xana, lubrificante feito com compostos...

Publicado em

Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a Saiba qual é a região que mais consome lubrificante Xapa Xana, carro-chefe de associação criminosa
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A quadrilha especializada no tráfico de produtos feitos à base de óleo de maconha e liderada por um casal de jovens moradores de Pirenópolis (GO) possuía uma clientela fiel no Distrito Federal.

De acordo com o levantamento feito pela Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), Águas Claras lidera o ranking de compradores da Xapa Xana, lubrificante feito com compostos da Cannabis, a planta da maconha, que era vendido pelos criminosos.

Os investigadores da Cord identificaram que 1.808 encomendas foram postadas pelos criminosos, sendo que cada uma dessas embalagens poderiam conter mais de um produto à base de maconha e com alto teor de THC. Parte dessas remessas foram direcionadas a diversas regiões administrativas.

De acordo com o levantamento, Águas Claras lidera o ranking de compradores do Xapa Xana. A região consumiu 14% das vendas. Em segundo lugar, com 12%, aparecem os usuários da Asa Norte. Logo em seguida, em terceiro lugar, estão as regiões do Noroeste e Guará, ambos com 7% das compras. Fechando a lista, com 6% das aquisições está a região do Jardim Botânico.

O esquema

O óleo, conhecido como Xapa Xana e rico em tetrahidrocanabinol – o famoso THC – era o carro-chefe da associação criminosa especializada no tráfico de drogas desmantelada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), nessa terça-feira (24/9).

O esquema era comandado por um casal residente em Pirenópolis (GO) desde 2018, segundo as apurações da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord). A maconha era utilizada como matéria-prima para a elaboração de produtos que iam de sabonete, passando por protetores labiais até chegar nos lubrificantes vaginais. O bando faturava alto, já que os produtos custavam caro: alguns passavam de R$ 900.

O casal operava um grupo no WhatsApp como canal de comunicação direto com os usuários dos usuários dos diversos tipos de drogas. O grupo existia desde 2021 e contava com diversos perfis cadastrados com linhas telefônicas do Distrito Federal. Por meio do grupo era possível receber catálogos de produtos e promoções dos itens à base de maconha. Com mais de 60 mil seguidores nas redes sociais, o bando distribuía para o Distrito Federal e para todo o território brasileiro.

Com informações do Metrópoles

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