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Marçal alega tentativa de homicídio, mas queixa contra Datena é registrada como lesão corporal

De acordo com o relato feita à 0h57 desta segunda-feira (16) na delegacia dos Jardins, o advogado, representando “a vítima”, informou que “na noite de domingo,...

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Por Agência Estado

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A agressão do apresentador e candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Luiz Datena, ao seu adversário do PRTB, Pablo Marçal, foi registrada no 78.º Distrito Policial (Jardins), como lesão corporal e injúria real. O caso foi levado ao plantão policial pelo advogado Tassio Renam Souza Botelho, que defende Marçal. O ex-coach tem chamado o caso de “tentativa de homicídio. Já Datena diz que não se arrepende e que faria o mesmo novamente.

De acordo com o relato feita à 0h57 desta segunda-feira (16) na delegacia dos Jardins, o advogado, representando “a vítima”, informou que “na noite de domingo, o candidato pelo partido PRTB Pablo Marçal estava participando do debate da TV Cultura” com os candidatos à Prefeitura de São Paulo quando “o candidato José Luiz Datena com xingamentos de ‘canalha’ e ‘filho da p…’ agrediu fisicamente com uma cadeira atingindo a região da cabeça e também torácica e costelas do candidato Pablo Marçal.”

De acordo com o relato do advogado, a “agressão ocorreu após o candidato Pablo Marçal ter feito uma pergunta ao candidato Datena, que, numa reação explosiva, partiu para cima com a banqueta contra a vítima desferindo a cadeirada”. O debate da TV Cultura estava sendo transmitido ao vivo e foi imediatamente interrompido pelo mediador, o jornalista Leão Serva, que chamou o intervalo comercial.

Em razão da agressão, Datena foi expulso do debate e o candidato Pablo Marçal abandonou o programa. No relato do advogado, ele estava sentindo “fortes dores e dificuldade de respirar, sendo socorrido por uma ambulância do evento ao Hospital Sírio-Libanês onde permaneceu em observação”.

O delegado de plantão, Fábio Hayayuki Matsuo, requisitou que a vítima fosse examinada pelo Instituto Médico-Legal (IML) a fim de constatar a lesão. A vítima terá seis meses para fazer a representação criminal e a queixa crime contra o acusado a fim de que o caso tenha continuidade. O delegado ainda informou o caso aos superiores. Como o delito aconteceu na região do Itaim, quem deve dar continuidade ao inquérito policial é o 15.º Distrito Policial (Itaim Bibi).

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