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Suspensão do x no Brasil é destaque na imprensa internacional

A Bloomberg disse que o Brasil tem tomado algumas das ações mais agressivas para responsabilizar empresas de tecnologia sobre desinformação. “Alexandre de Moraes está liderando esforços...

Publicado em

Por Agência Estado

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A suspensão do X no Brasil pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes é destaque em veículos de imprensa e agências de notícia ao redor do mundo neste sábado. Os veículos destacam a escalada de tensões entre Elon Musk, dono da plataforma, e Moraes e o debate sobre liberdade de expressão e desinformação nas redes.

A Bloomberg disse que o Brasil tem tomado algumas das ações mais agressivas para responsabilizar empresas de tecnologia sobre desinformação. “Alexandre de Moraes está liderando esforços para combater a desinformação e o discurso de ódio que ele afirma estarem prejudicando a democracia no Brasil”, disse a agência de notícias. A BBC escreveu que Moraes ganhou destaque no Brasil após suas decisões de restringir plataformas de mídias sociais.

O Wall Street Journal destacou no título que a suspensão restringe o acesso a milhões de brasileiros e a Reuters citou que a decisão de Moraes pode fazer com que a plataforma perca um de seus maiores e mais cobiçados mercados, “em um momento em que Musk tem enfrentado dificuldades com a receita publicitária da plataforma”, disse a agência.

As tensões começaram quando, em abril, Moraes ordenou a suspensão de dezenas de contas do X por estarem propagando desinformação e, Musk, definido pelo Wall Street Journal como alguém que “construiu uma reputação como entusiasta da liberdade de expressão” disse que preferia fechar o escritório da rede no Brasil ao invés de cumprir a ordem.

Nesta semana, Moraes mandou suspender a rede social X após o empresário Elon Musk, dono da plataforma, se recusar a nomear um representante para responder pela empresa no Brasil. Ele afirma que a plataforma tentou se esquivar da jurisdição brasileira “com a declarada e criminosa finalidade de deixar de cumprir as determinações judiciais”. A empresa alega que as decisões do STF violariam a legislação e que seus funcionários no País vinham sendo ameaçados de prisão.

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