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Tesouro: Reserva de liquidez sobe 0,79% em julho, para R$ 1,113 trilhão

O valor serve de termômetro para saber se o País tem recursos para pagar seus investidores ou se precisará recorrer rapidamente ao mercado para reforçar o...

Publicado em

Por Agência Estado

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O Tesouro Nacional encerrou julho com R$ 1,113 trilhão no chamado “colchão da dívida”, a reserva de liquidez feita para honrar compromissos com investidores que compram os títulos brasileiros. O valor observado é 0,79% maior em termos nominais do que R$ 1,105 trilhão que estavam na reserva em junho. O montante ainda é 12,25% maior, em termos nominais, que o observado em julho de 2023 (R$ 991,85 bilhões).

O valor serve de termômetro para saber se o País tem recursos para pagar seus investidores ou se precisará recorrer rapidamente ao mercado para reforçar o caixa. O montante de julho era suficiente para cobrir 7,97 meses de pagamentos de títulos, ante 8,20 meses em junho. O Tesouro trabalha com um mínimo prudencial equivalente a uma reserva para três meses de vencimentos. “Cabe destacar que os meses de agosto e setembro de 2024 e janeiro e março de 2025 concentrarão vencimentos estimados em R$ 986,88 bilhões”, diz o documento.

Parcela da DPF corrigida pela Selic

Com a interrupção do ciclo de corte da taxa básica de juros, atualmente em 10,50% ao ano, a parcela de títulos da Dívida Pública Federal (DPF) atrelados à Selic subiu em julho, para 44,95%. Em junho, estava em 43,74%. Já os papéis prefixados recuaram, indo de 22,67% para 21,33%.

Os títulos remunerados pela inflação aumentaram para 29,28% do estoque da DPF em julho, ante 29,17% em junho. Os papéis cambiais oscilaram a participação na DPF de 4,42% para 4,44% no mês passado.

No Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2024, os papéis remunerados pela Selic devem ter participação de 40% a 44%. Os títulos prefixados podem variar entre 24% e 28%. Para os papéis corrigidos pela inflação, a participação é de 27% a 31% do estoque. Já os títulos atrelados ao câmbio devem ficar entre 3% e 7%.

O Tesouro informou ainda que parcela da DPF a vencer em 12 meses apresentou baixa, passando de 20,67% em junho para 20,62% em julho. O prazo médio da dívida teve alta de 4,02 anos para 4,03 anos, na mesma comparação. Já o custo médio acumulado em 12 meses da DPF subiu de 11,10% ao ano para 11,35% a.a. no mês passado.

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