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Câmera mostra o momento em que estabelecimento é alvo de atirador em Quedas do Iguaçu

O delegado da cidade, que reside a cerca de 50 metros do estabelecimento, foi acordado por volta das 4h08 da manhã por uma sequência de disparos...

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Por Silmara Santos

A equipe da CGN teve acesso a imagens que mostram o momento em que um estabelecimento foi alvo de um atirador em Quedas do Iguaçu na madrugada deste domingo (25).

O delegado da cidade, que reside a cerca de 50 metros do estabelecimento, foi acordado por volta das 4h08 da manhã por uma sequência de disparos de arma de fogo.

Conforme relatado, o delegado imediatamente contatou o gerente do bar, o senhor J., com quem já tinha um relacionamento devido a um homicídio ocorrido no mesmo estabelecimento. No entanto, o gerente não atendeu a ligação. Momentos depois, uma nova sequência de tiros foi ouvida.

Pouco depois, o gerente retornou a ligação, informando que um indivíduo identificado como D. havia disparado vários tiros contra o bar, que estava cheio naquele momento. Segundo o gerente, D. estava alcoolizado e importunando mulheres no bar. Após ser advertido por J., D. teria decidido se vingar, disparando contra o estabelecimento.

O delegado e o agente M. se deslocaram até o bar, onde testemunhas confirmaram a história do gerente. As janelas de vidro do bar foram danificadas pelos tiros e D. foi visto fugindo em uma caminhonete Triton preta, acompanhado por uma mulher identificada como I.

Com informações anônimas, os policiais conseguiram localizar D. na casa de sua ex-esposa, S., onde ele se escondeu após o ataque. No local, D. se rendeu e confessou o crime. Em sua caminhonete, a polícia encontrou o revólver usado no ataque e treze estojos de munição deflagrada.

D. foi preso por tentativa de homicídio qualificado e concurso formal. Além de J., os seguranças do bar, J. e N., também foram considerados vítimas do ataque. D. não possuía porte nem posse do armamento apreendido.

Além disso, foi descoberto que S., que abrigou D. após o crime, possuía uma medida protetiva contra ele. Por ter se aproximado da residência, D. também foi acusado do crime previsto no art. 24a da Lei Maria da Penha.

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