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Dólar sobe em linha com curva de Treasuries de olho em Fed, dados e BC

Os ativos americanos ganham força e os rendimentos dos Treasuries atingiram as máximas do dia mais cedo. Houve reação ao presidente do Federal Reserve (Fed) de...

Publicado em

Por Agência Estado

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O dólar opera alinhado com a valorização dos rendimentos dos Treasuries em Nova York. A manhã desta quinta-feira, 22, é de ajustes dos ativos financeiros em meio a expectativas pelos indicadores do dia e palestras de diretores do Banco Central.

Os ativos americanos ganham força e os rendimentos dos Treasuries atingiram as máximas do dia mais cedo. Houve reação ao presidente do Federal Reserve (Fed) de Kansas City, Jeffrey Schmid. Ele disse em entrevista à Bloomberg TV que o BC dos EUA precisa ver mais dados econômicos antes de decidir por um corte nas taxas de juros.

Além disso, o número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos aumentou 4 mil na semana encerrada em 17 de agosto, para 232 mil – ligeiramente abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam 233 mil solicitações. O total de pedidos da semana anterior foi levemente revisado para cima, de 227 mil para 228 mil.

O índice de atividade nacional dos Estados Unidos, elaborado pelo Federal Reserve (Fed) de Chicago, caiu para -0,34 em julho, ante -0,09 em junho, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira pela instituição. A leitura de julho inferior a zero significa que a economia americana está se expandindo em ritmo abaixo da média histórica.

Após a revisão para baixo na criação de empregos nos Estados Unidos e da ata do Federal Reserve (Fed), os investidores aguardam ainda os PMIs americanos nesta quinta. Porém, a maior expectativa é pelo discurso do presidente do BC americano, Jerome Powell, em Jackson Hole na sexta-feira, 23, para calibrar as apostas do tamanho da flexibilização monetária à frente.

No Brasil, o mercado aguarda o resultado da arrecadação federal (10h30) e palestras do diretor de Política Econômica, Diogo Guillen, em evento na PUC-Rio (11h), e do diretor de Política Monetária do BC, Gabriel Galípolo, em congresso da Fenabrave (14h30). Já o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, representa o Brasil no Simpósio de Jackson Hole, em Wyoming, nos EUA (21h).

O mercado prevê que a arrecadação do governo com impostos e contribuições federais tenha atingido R$ 224,850 bilhões em julho (mediana), após R$ 208,844 bilhões em junho. As estimativas para esta leitura variam de R$ 207 bilhões a R$ 231,9 bilhões. A mediana representa um ganho real de cerca de 6,6% em comparação com julho de 2023, em números ajustados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Mais cedo, o euro passou a cair ante o dólar pouco antes da publicação da ata do Banco Central Europeu. O documento do BCE aponta que o impacto inflacionário de avanço salarial elevado é amenizado por lucros corporativos. O BCE indica que a trajetória de redução dos juros será gradual, cautelosa e dependente de dados.

Antes da ata, a moeda comum europeia chegou a subir ante o dólar, reagindo à inesperada subida dos PMIs composto na zona do euro e Reino Unido, que ajuda a fortalecer a libra. Por outro lado, o PMI composto alemão caiu à zona de contração, abaixo do nível de 50 e no menor patamar em cinco meses.

No câmbio interno, as altas moderadas do minério de ferro e do petróleo apenas ajudam a conter um pouco a depreciação do real nesta manhã.

Às 9h43 desta quinta, o dólar à vista subia 0,74%, a R$ 5,5233. O dólar para setembro ganhava 0,83%, a R$ 5,530.

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