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Câmeras de segurança registram últimos momentos de secretária da APAE antes de desaparecer

Ela carregava um envelope na mão, mas não levava a bolsa ou o celular. Sua filha, Letícia da Rocha Lobo, relatou que Claudia havia informado a...

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Por Silmara Santos

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Câmeras de segurança registram últimos momentos de secretária da APAE antes de desaparecer

A cidade de Bauru, no interior de São Paulo, vive um clima de preocupação e apreensão após o desaparecimento de Claudia Regina da Rocha Lobo, de 55 anos, secretária executiva da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Claudia foi vista pela última vez na tarde desta terça-feira (6) e desde então, sua localização é um mistério para familiares e autoridades. Imagens de câmeras de segurança da rua onde está localizado o prédio administrativo da Apae mostram Claudia caminhando em direção ao carro da entidade, estacionado na Rua Rodrigo Romeiro.

Ela carregava um envelope na mão, mas não levava a bolsa ou o celular. Sua filha, Letícia da Rocha Lobo, relatou que Claudia havia informado a uma colega de trabalho que sairia para resolver assuntos relacionados ao trabalho e retornaria mais tarde. “Ela parecia normal, nada de diferente nos últimos dias”, declarou Letícia em entrevista ao g1.

No início da tarde desta quarta-feira (7), o carro de Claudia foi encontrado estacionado na quadra cinco da Rua Alameda Três Lagoas, na Vila Dutra. Segundo o delegado Cledson do Nascimento, responsável pela investigação, a chave do veículo foi encontrada no quebra-sol e o carro passou por perícia. Itens relevantes para o caso foram encontrados dentro do veículo, mas a polícia optou por não divulgar detalhes específicos.

O carro também foi registrado por câmeras de segurança transitando pela avenida Nações Unidas, porém, a identificação do motorista ainda não foi possível. A Apae de Bauru, onde Claudia trabalha há duas décadas, manifestou seu pesar pelo desaparecimento da funcionária.

Em nota, a entidade expressou seu compromisso em colaborar com as autoridades: “Todo o corpo diretivo tem se empenhado em prestar o máximo auxílio necessário às autoridades competentes, que seguem empenhadas nas buscas por sua localização.”

A comunidade local e os colegas de trabalho de Claudia estão mobilizados em apoio à família e na busca por informações que possam ajudar a resolver o caso. O clima de inquietação é palpável, e todos esperam por notícias que tragam alívio e respostas sobre o paradeiro da querida funcionária da Apae.

A Polícia Civil segue investigando o caso com a esperança de encontrar pistas que possam levar ao paradeiro de Claudia. A colaboração de qualquer pessoa que possa ter informações adicionais é essencial para a resolução deste desaparecimento.

Fonte: cm7brasil

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