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Por falta de base para a denúncia, Justiça arquiva processo que investiga morte na UPA Brasília

O arquivamento de inquérito não impede que a autoridade policial proceda a novas pesquisas se de outras provas tiver notícias......

Publicado em

Por Paulo Eduardo

O juiz Leonardo Ribas Tavares determinou arquivamento de um processo que investiga a morte de uma mulher, ocorrida no dia 10 de outubro de 2016, na UPA Brasília.

De acordo com os autos, a mulher deu entrada na unidade hospitalar ainda no começo da madrugada após sofrer uma queda, bater a cabeça e desmaiar, sofrendo ainda uma convulsão.

Já pela manhã, às 11h05 ela teve uma parada cardiorrespiratória, a qual as equipes médicas tentaram reverter por 50 minutos, mas infelizmente a vítima não resistiu e entrou em óbito, às 11h55.

Exames laboratoriais teriam mostrado anemia, plaquetopenia severa e discreta icterícia e o raio-x de crânio não evidenciou fraturas. O legista concluiu que a morte da vítima foi produzida por edema cerebral por traumatismo crânio encefálico.

A investigação apontou que não houve uma possível negligência, imprudência ou imperícia por parte dos profissionais que prestaram atendimentos a mulher.

“O Ministério Público, titular da ação penal, pugnou pelo seu arquivamento, entendendo pela falta de base para a denúncia”, citou o juiz.

De acordo com a Justiça, o arquivamento de inquérito policial, nessas circunstâncias, não impede que a autoridade policial proceda a novas pesquisas se de outras provas tiver notícias.

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