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Dólar segue em baixa à espera de Campos Neto, Fed e decisões do TSE e Supremo

Nesta segunda fica no radar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que participa de videoconferência fechada à imprensa (10h). Em entrevista ao Financial Times,...

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Por Agência Estado

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O mercado de câmbio volta a operar o dólar em baixa na manhã desta segunda-feira, 8, estendendo a queda acumulada de 6,52% na semana passada, mas o recuo perdeu força ante o real após o fortalecimento do dólar ante o peso mexicano no exterior. Os agentes financeiros ajustam posições também no aguardo da agenda da semana, que traz na Quarta-feira (10) a decisão de juros do Federal Reserve (Fed) e o IPCA de maio. Na quinta-feira, dia 11, os mercados fecham no País por causa do feriado nacional de Corpus Christi.

Nesta segunda fica no radar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que participa de videoconferência fechada à imprensa (10h). Em entrevista ao Financial Times, Campos Neto reforçou que não empregará medidas de flexibilização quantitativa (QE) até que as ferramentas tradicionais de política monetária estejam esgotadas. Na sexta-feira, 5, a curva de juro a termo precificava 60% de chance de corte de 75 pontos-base da Selic na semana que vem, para 2,25% ao ano, ante 40% de probabilidade de corte de -50 pontos-base.

O mercado deve acompanhar ainda o imbróglio sobre a divulgação de dados sobre covid-19 no Brasil pelo Ministério da Saúde, além dos julgamentos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na terça, de duas das sete ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, e pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na quarta-feira, do inquérito das fake news, após o relator do pedido de arquivamento das investigações, ministro Edson Fachin, jogar a decisão para o Plenário.

Mais cedo, a pesquisa Focus trouxe nova piora da revisão para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, o que respalda a aposta de corte mais agressivo da Selic. A mediana da estimativa do mercado para o PIB passou de queda de 6,26% para -6,48%. A estimativa para IPCA de 2020 passou de 1,55% para 1,53%, enquanto a projeção para Selic este ano segue em 2,25% ao ano. A mediana das expectativas para o câmbio no fim do ano seguiu em R$ 5,40, ante R$ 5,00 de um mês atrás. Para 2021, a projeção para o câmbio permaneceu em R$ 5,08, ante R$ 4,83 de quatro pesquisas atrás.

Às 9h43 desta segunda-feira, o dólar à vista caía 0,76%, a R$ 5,9519. O dólar futuro para julho recuava 0,30%, a R$ 5,9570.

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