
Morador de rua tem parte do pênis decepado durante brincadeira com anel sexual
O homem, cuja identidade não foi revelada, informou aos médicos que usou o anel sexual para manter uma ereção prolongada. No entanto, o pênis inchou, e...
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Por Diego Cavalcante

Um norte-americano de 68 anos teve parte do pênis amputado após utilizar um anel sexual por 24 horas. O caso foi publicado na revista Urology Case Reports.
O homem, cuja identidade não foi revelada, informou aos médicos que usou o anel sexual para manter uma ereção prolongada. No entanto, o pênis inchou, e ele não conseguiu remover o dispositivo sozinho. A solução foi retirar o anel com um alicate. Porém, uma semana depois, com dificuldades para urinar, ele procurou ajuda médica.
No hospital, os médicos relataram que o pênis do paciente estava anormalmente roxo, com bolhas na pele e manchas amarelas.
Morador de rua, o homem teve um catéter inserido para ajudá-lo a urinar e foi transferido para uma casa de repouso, já que aparentemente não havia danos maiores.
Duas semanas depois, ele retornou ao hospital com o pênis necrosado. A necrose, que é a morte dos tecidos do corpo, pode ser causada por diversas razões, incluindo infecções. Os médicos precisaram amputar a parte do pênis com tecidos mortos.
Os profissionais removeram o tecido necrosado camada por camada até encontrarem tecido saudável. A glande, a cabeça do pênis, precisou ser completamente removida.
O homem ficou em recuperação por uma semana antes de os médicos iniciarem o processo de reconstrução peniana.
Parte da coxa foi usada para a reconstrução Para reconstruir o órgão sexual do paciente, os médicos enxertaram um pedaço de 8 por 13 cm retirado da coxa no pênis dele.
Na publicação, os médicos destacaram que o estrangulamento peniano causado por anéis sexuais é uma emergência rara, mas com consequências potencialmente graves.
“O estrangulamento peniano causado por um anel sexual é uma emergência urológica que requer remoção imediata para evitar comprometimento vascular e necrose. O tratamento representa um desafio clínico, dada a disponibilidade de ferramentas disponíveis para o urologista em sua respectiva unidade para remover o dispositivo constritor”, escreveram no artigo.
Eles acrescentaram que, até onde sabiam, esse foi o primeiro caso de recuperação de estrangulamento peniano com enxerto de pele da coxa.
Os médicos também afirmaram que o paciente continuará sendo acompanhado para avaliar os resultados a longo prazo da cirurgia.
Com informações do Metrópoles
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