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Imagem referente a Premeditado: homem confessa ter abusado e matado criança de oito anos
Foto: Reprodução

Premeditado: homem confessa ter abusado e matado criança de oito anos

O corpo de Aisha foi encontrado com marcas de violência, em cima de sacos de construção, na Travessa São Jorge. O local fica a cerca de...

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Por Silmara Santos

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Foto: Reprodução

O homem que confessou ter abusado sexualmente e assassinado a menina Aisha Vitória Santos da Silva, de 8 anos, revelou que o crime foi premeditado. Joseilton Souza da Silva, de 43 anos, matou a criança na noite de segunda-feira (22), no bairro de Pernambués, e abandonou o corpo na madrugada de terça (23).

O corpo de Aisha foi encontrado com marcas de violência, em cima de sacos de construção, na Travessa São Jorge. O local fica a cerca de 30 metros da residência onde ela morava com os pais e os irmãos. Vizinho da família, Joseilton também vivia na área.

Horas após o crime, ele foi abordado pela polícia, confessou os crimes e foi detido em flagrante. A Polícia Civil pediu a conversão da prisão em preventiva.

Joseilton disse à polícia que se mudou para a localidade há cerca de quatro meses e “sempre observava a criança” quando ela passava por sua porta a caminho da escola ou quando saía para brincar. O registro do depoimento indica que ele, “premeditadamente, decidiu faltar ao trabalho, posto que já pretendia atrair a vítima para sua casa”.

Entenda a cronologia do crime, segundo a confissão do suspeito:

· 16h30 – Aproveitou que Aisha brincava sozinha para chamá-la até a casa dele. Como a menina não aceitou, ele “tapou a boca” dela e a puxou à força.

· Dentro do imóvel, usou uma boneca furtada de outra criança para acalmar a menina e evitar que ela gritasse por socorro. Depois disso, ele admitiu que abusou sexualmente da criança e a estrangulou “para que ela perdesse a consciência”.

· 18h – Disse que a criança estava viva, porém desacordada, e notou familiares e vizinhos procurando por ela.

· 19h – Decidiu matar a menina por entender que, se a libertasse, “seria descoberto”. Joseilton a estrangulou até a morte.

· Ao longo da noite, ele limpou vestígios do crime e avaliou como abandonar o corpo.

· 3h30 – Ao perceber que as buscas tinham sido interrompidas, saiu e deixou o corpo em um beco, em cima de sacos de entulhos, próximo à rua em que morava.

· De volta à residência, percebeu que se esqueceu dos chinelos e os atirou no telhado da vizinha para ocultar provas. Fez o mesmo com a boneca, escondendo-a atrás da geladeira.

· Em seguida, tomou banho e dormiu no mesmo colchão em que matou a garota.

· Pela manhã, conta que acordou com gritos dos pais da vítima que haviam encontrado o corpo dela.
Quem é Joseilton?

Morador da localidade há cerca de quatro meses, Joseilton disse que tinha amizade apenas com o proprietário do imóvel que alugava e com o dono de um bar da região. Ele disse que não interagia com outros moradores. Apesar disso, “sabia quem era quem” a família de Aisha e já tinha até consumido bebida alcoólica com a mãe dela em um estabelecimento da área.

Quando a criança foi dada como desaparecida?

Também em depoimento à polícia, a mãe de Aisha disse que ela saiu de casa por volta de 14h30 de segunda (22) para ver a avó, que mora a cinco casas de distância. A família relatou que a criança e a irmã costumavam brincar entre uma residência e outra.

Como a polícia chegou até o suspeito?

A Polícia Civil não esclareceu de onde partiram as suspeitas contra Joseilton. A mãe pontuou, em depoimento, que foi questionada sobre vizinhos que moravam sozinhos e lembrou do homem. Ela destacou que ele não ajudou nas buscas.

O próprio Joseilton também afirmou que ficou acompanhando o caso dentro de casa e até faltou ao trabalho por medo de ser descoberto.

Ele disse que agentes pediram acesso à casa dele e fizeram perguntas. Inicialmente, o homem mentiu dizendo que a boneca escondida atrás da geladeira seria de sua filha, mas depois caiu em contradição ao informar que possui apenas filhos do sexo masculino.

Com isso, ele confessou os crimes e saiu do local preso no fim da manhã de terça (23), sob gritos de “assassino” e “vai morrer”.

Após a confissão, outros moradores tentaram linchá-lo. Para evitar que ele fosse agredido, policiais militares chegaram a dar tiros para cima, na tentativa de dispersar a multidão.

Fonte: G1-BA

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