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Imagem referente a Assassino do próprio pai é preso após fingir ser médico e seduzir vítimas “Cavalgando em mim”
Reprodução/Metrópoles

Assassino do próprio pai é preso após fingir ser médico e seduzir vítimas “Cavalgando em mim”

Segundo investigações, Nilbert, de 35 anos, utilizava diversas identidades falsas, incluindo a de médico, empresário e investidor, para enganar pessoas e convencê-las a investir grandes quantias...

Publicado em

Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a Assassino do próprio pai é preso após fingir ser médico e seduzir vítimas “Cavalgando em mim”
Reprodução/Metrópoles

Nilbert Meira de Oliveira, conhecido como “Don Juan”, foi preso preventivamente pela Polícia Civil do Distrito Federal nesta terça-feira (23/7) sob acusações de seduzir vítimas para aplicar golpes financeiros.

Segundo investigações, Nilbert, de 35 anos, utilizava diversas identidades falsas, incluindo a de médico, empresário e investidor, para enganar pessoas e convencê-las a investir grandes quantias de dinheiro ou fazer empréstimos, prometendo altos retornos financeiros que nunca se concretizavam. Ele mantinha um estilo de vida extravagante, frequentando festas e eventos na capital federal para ganhar a confiança de suas vítimas.

“Quero fazer amor com você, estou com saudade. Quero beijar a sua boca, morder seus lábios, enfiar minha língua na tua orelha. Você cavalgando em cima de mim que nem uma louca, se tivesse domando um cavalo selvagem. Ah, saudade, bom demais, mulher linda, gostosa”, afirmou o falso médico.

Além dos crimes de estelionato, Nilbert também é investigado por lavagem de dinheiro, acusado de ocultar e dissimular valores ilícitos para evitar detecção pelas autoridades. As investigações, conduzidas pela 5ª DP, iniciaram após denúncias sobre suas atividades fraudulentas.

Anteriormente, Nilbert já havia sido condenado por um crime chocante: o assassinato de seu próprio pai, em 2014, em Pernambuco, visando obter o dinheiro do seguro de vida. Sua ficha criminal é extensa e inclui ameaças e violência patrimonial contra vítimas que se recusaram a cooperar com seus esquemas.

Durante a operação que resultou em sua prisão, foi realizado um mandado de busca em seu último endereço conhecido, onde também foram bloqueados R$ 400 mil em suas contas bancárias. A soma das penas máximas dos crimes associados a Nilbert pode totalizar 21 anos e 6 meses de reclusão.

A defesa do acusado não foi localizada para comentar as acusações.

Com informações do Metrópoles

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