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Imagem referente a Vida em risco: paciente descobre item cirúrgico esquecido dentro de si meses após procedimento
Foto: Reprodução

Vida em risco: paciente descobre item cirúrgico esquecido dentro de si meses após procedimento

O caso foi levado à Justiça pelos advogados de Silva, que conseguiram uma liminar para que o estado assumisse a cirurgia de retirada do objeto esquecido...

Publicado em

Por Silmara Santos

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Foto: Reprodução

O Estado de São Paulo foi condenado a pagar uma indenização de R$ 50 mil ao autônomo Vanes de Jesus da Silva, 47 anos, após um médico esquecer um item cirúrgico dentro do paciente durante um tratamento para insuficiência renal. O instrumento, um fio-guia, foi deixado entre a jugular e o átrio direito do coração do homem, colocando sua vida em risco.

O caso foi levado à Justiça pelos advogados de Silva, que conseguiram uma liminar para que o estado assumisse a cirurgia de retirada do objeto esquecido em 2022. No entanto, parte do fio-guia só foi removida neste ano, o que levou à aplicação de multas que totalizaram R$ 50 mil, devido ao não cumprimento do pedido de urgência.

Silva, que é diabético e desenvolveu uma grave insuficiência renal em julho de 2022, iniciou a hemodiálise, um tratamento que necessita da inserção de um cateter na região do peito, com auxílio de um fio-guia, que acabou sendo esquecido dentro dele.

Segundo a filha de Silva, Jullyana Dionísio, 24 anos, o pai mora em Itanhaém, no litoral de São Paulo, mas o procedimento foi realizado no Instituto Segumed, em São Vicente (SP), pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O erro médico só foi descoberto quase 8 meses após o procedimento, quando Silva começou a sentir dores no peito e realizou um exame de raio-X. Mesmo após a descoberta, Silva teve dificuldades para agendar a cirurgia de retirada do instrumento pelo SUS e, em dezembro do ano passado, ainda não tinha recebido um retorno. Por conta disso, entrou com uma ação contra a Prefeitura de Itanhaém e a Fazenda do Estado de São Paulo, conseguindo uma tutela de urgência.

Dionísio ressaltou, conforme consta no parecer médico do processo, que a remoção rápida era necessária, pois o fio-guia estava em uma área que podia causar a morte do paciente.

Fonte: TN Online/ G1

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