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Motorista de Porsche que bateu a 200 km/h vira réu por homicídio

O acidente ocorreu em 11 de dezembro de 2023, quando Chiatti dirigia uma Porsche na avenida Barão Homem de Melo, no bairro Estoril, região Oeste de...

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Por Diego Cavalcante

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Rodrigo Rodriges Andrade Chiatti, empresário e motorista envolvido em um acidente fatal em Belo Horizonte, foi formalmente acusado de homicídio qualificado pela Justiça de Minas Gerais. A denúncia do Ministério Público foi aceita pelo juiz Roberto Oliveira Araujo Silva do Tribunal do Júri – 2º Sumariante da comarca da capital mineira, em decisão datada do último dia 17.

O acidente ocorreu em 11 de dezembro de 2023, quando Chiatti dirigia uma Porsche na avenida Barão Homem de Melo, no bairro Estoril, região Oeste de BH. Um amigo do empresário, de 32 anos, que estava no veículo no momento da colisão, veio a falecer no local.

A decisão judicial destaca que “do contexto investigatório que embasou a denúncia emergem fundamentos suficientes para a ação penal proposta, não havendo elementos que justifiquem a exclusão do empresário do processo”. O juiz concedeu ao acusado um prazo de 10 dias para responder à acusação.

Em abril do ano passado, a Polícia Civil já havia indiciado Chiatti por homicídio doloso, embriaguez ao volante e por dirigir sem habilitação. Segundo as investigações, o acidente ocorreu após os amigos saírem de uma casa noturna na capital mineira e retornarem para casa no veículo de luxo, que perdeu o controle e colidiu com árvores e postes ao longo da avenida.

Os registros policiais indicam que o motorista havia consumido bebidas alcoólicas antes do acidente, conforme comprovado pela análise da comanda do estabelecimento e por imagens de câmeras de segurança que mostram Chiatti segurando uma garrafa ao sair do local.

Além disso, foi constatado que a Carteira Nacional de Habilitação de Chiatti estava cassada e suspensa há cerca de 11 anos. O histórico do motorista inclui três outras ocorrências graves de condução sem habilitação.

Após o inquérito policial, que resultou no indiciamento por homicídio doloso com dolo eventual, embriaguez ao volante e falta de habilitação, a polícia solicitou a prisão preventiva do empresário, argumentando que ele representa um perigo para a segurança viária, dado seu histórico de acidentes.

O acidente foi descrito como violento, com o veículo atingindo velocidades muito acima do limite permitido na via, estimado em pelo menos 200 km/h pela investigação policial. Chiatti ficou detido até o final de dezembro, quando obteve liberdade provisória mediante o uso de tornozeleira eletrônica.

Com informações do Bhaz

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