
Jair Bolsonaro provoca Lula por “impostozinho” na Picanha
Luiz Inácio Lula da Silva manifestou seu apoio à taxação de “carne chique”, enquanto defendia a isenção de impostos sobre alimentos como frango e ovo, consumidos...
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Por Diego Cavalcante
Jair Bolsonaro, ex-presidente, criticou de forma irônica o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por sua proposta de imposto sobre “carne chique”. Em uma publicação na rede social X, antes conhecida como Twitter, Bolsonaro respondeu a um comentário crítico de uma apoiadora. Ele compartilhou um vídeo que inicialmente exibia a frase “vai ter picanha”, seguida por outra que dizia “vai ter impostozinho na picanha”.
Luiz Inácio Lula da Silva manifestou seu apoio à taxação de “carne chique”, enquanto defendia a isenção de impostos sobre alimentos como frango e ovo, consumidos pela maioria da população. Em entrevista à Rádio Sociedade de Salvador (BA) nesta terça-feira (2/7), Lula afirmou: “Temos que fazer diferenciação. Temos vários tipos de carne, tem a ‘carne chique’, [e] quem consome pode pagar um impostozinho. E tem a carne que o povo consome.”
Lula também mencionou ter discutido o assunto com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com o Tesouro Nacional. A possibilidade de alteração na tributação pode ocorrer durante o processo de regulamentação da reforma tributária no Congresso Nacional.
“A gente precisa colocar a carne na cesta básica, sim, sem que haja imposto. Uma coisa importada, chique, tem que pagar imposto”, falou o presidente. “É possível fazer isso? Eu não sei. Temos 513 deputados, mais 81 senadores, e tem a proposta do governo. Ela não é irrevogável, ela pode mudar”, defendeu Lula.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, por sua vez, afirmou que as discussões estão em andamento com os parlamentares. “Veja bem, nós já mandamos o nosso PL para o Congresso com a cesta básica definida pelo Executivo, com a participação do presidente [Lula]. Os debates estão acontecendo. Amanhã [quarta-feira] vai se apresentar o relatório dos dois grupos. Os dois relatórios dos dois grupos para apreciação do plenário das Casas”, comentou Haddad.
Com informações do Metrópoles
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