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Mãe processa hospital de Cascavel por erro médico que secou leite materno

Ela alega que um remédio prescrito por uma médica fez com que ela parasse de produzir leite materno, o que causou sérios problemas para ela e seu bebê....

Publicado em

Por Redação CGN

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Uma mãe de Cascavel, Paraná, está processando o Hospital Policlínica Cascavel S.A. por um erro médico. Ela alega que um remédio prescrito por uma médica fez com que ela parasse de produzir leite materno, o que causou sérios problemas para ela e seu bebê.

O que aconteceu

Em março de 2024, a mãe foi ao hospital porque estava com dor nas costas e febre. Lá, a médica receitou um medicamento chamado “MEFEX”. O problema é que a mãe tinha dado à luz apenas três meses antes e ainda estava amamentando. Depois de tomar o remédio, ela parou de produzir leite, e isso a deixou desesperada, já que seu bebê ainda dependia totalmente do leite materno.

Sem poder amamentar, a mãe teve que comprar leite em pó para alimentar o bebê. Isso trouxe mais gastos e muito estresse emocional para ela. Ela afirma que a médica não avisou que o remédio poderia secar o leite, algo que ela deveria ter feito conforme as regras de ética médica.

Buscando Justiça

A mãe entrou na justiça pedindo indenização por danos morais no valor de R$15.000,00. Ela argumenta que o hospital não prestou um bom serviço e que houve um erro grave. A ação se baseia no Código de Defesa do Consumidor, que protege pessoas em situações como essa. Além disso, ela quer que o processo seja totalmente digital para que tudo ocorra de forma rápida e eficiente. Ela também pede uma audiência de conciliação para tentar resolver o problema.

Outro lado

É importante ressaltar que o hospital Policlínica de Cascavel ainda terá a chance de apresentar sua defesa de maneira formal perante o judiciário. Esse processo permitirá ao hospital detalhar os critérios médicos e as diretrizes que nortearam as decisões em questão. A apresentação dessas informações será crucial para entender as ações do Hospital sob uma perspectiva clínica e ética.

É fundamental destacar que o caso ainda está pendente de julgamento pela justiça. Neste estágio, é prematuro atribuir culpabilidade ou concluir sobre o desfecho do caso. O princípio da presunção de inocência é um pilar do sistema jurídico, assegurando que todos são considerados inocentes até que se prove o contrário. Assim, até que o processo judicial seja concluído e uma decisão seja proferida, não há culpados oficialmente reconhecidos neste incidente.

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