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Imagem referente a ‘Frios’ e ‘negligentes’, delegado traça perfil de pais presos após morte de bebê em UPA

‘Frios’ e ‘negligentes’, delegado traça perfil de pais presos após morte de bebê em UPA

O delegado do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), Rodrigo Rederde, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (1º), caracterizou o comportamento...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a ‘Frios’ e ‘negligentes’, delegado traça perfil de pais presos após morte de bebê em UPA

Os pais da bebê de três meses que morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Sítio Cercado, em Curitiba, permanecem presos. A menina deu entrada na UPA com dificuldades para respirar na madrugada do último sábado (29) e não resistiu. O médico de plantão, ao realizar exames complementares, identificou sinais de violência sexual na região genital da criança. A polícia aguarda os laudos da criminalística para confirmar se houve abuso.

O delegado do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), Rodrigo Rederde, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (1º), caracterizou o comportamento dos pais como “frio” e “negligente”. Rederde relatou que durante os interrogatórios, o casal, de 24 e 26 anos, não demonstrou tristeza ou ressentimento pela perda da filha.

“Os pais falam com naturalidade. Há um indicativo de possível frieza com a informação, pois não demonstram nenhum tipo de tristeza ou ressentimento”, afirmou Rederde. “Ainda estamos investigando. Não vamos antecipar nenhum tipo de responsabilização sem o laudo nas mãos, que é o que vai confirmar se houve violência sexual, se houve a síndrome do bebê sacudido, ou não”, acrescentou.

Segundo o delegado, havia negligência por parte dos pais em relação à saúde da menina, que já apresentava problemas. O Conselho Tutelar já monitorava a família. “A criança já tinha passado por um internamento em um hospital infantil em Campo Largo há um mês e meio atrás. A médica que fez o atendimento não permitia a alta, era um tratamento prolongado, mesmo assim a mãe retirou essa criança de dentro do hospital e levou para residência”, disse.

O casal tem outros dois filhos, de três e cinco anos. A polícia esteve na residência da família, no bairro Pinheirinho, e constatou que o local era inadequado para as crianças. “A casa era extremamente insalubre, com muita sujeira, muito lixo dentro. A própria avó paterna mencionou que os pais, especialmente a mãe, eram muito negligentes no atendimento das crianças. Tudo isso agrava a situação. A criança que veio a óbito tinha problemas de saúde, então demandava um especial atendimento e em uma condição dessa dificulta muito”, detalhou o delegado.

As informações são do Portal Banda B.

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