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Imagem referente a Pesquisa aponta aumento de 3,24% no valor da Cesta Básica em Cascavel

Pesquisa aponta aumento de 3,24% no valor da Cesta Básica em Cascavel

Entre os principais aumentos, destacam-se a batata (40,23%); o arroz (8,30%); e o café (4,02%). É importante ressaltar que a batata foi o item que mais...

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Por Isabella Chiaradia

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Imagem referente a Pesquisa aponta aumento de 3,24% no valor da Cesta Básica em Cascavel

Uma pesquisa realizada pelo projeto de extensão: Determinação Mensal do Custo da Cesta Básica de Alimentação em Cascavel-PR vinculado ao curso de Ciências Econômicas da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Cascavel, apontou que o custo da cesta básica de alimentos aumentou 3,24% em maio, em comparação ao mês anterior. O preço da cesta básica individual de alimentos (CBA) em Cascavel subiu de R$634,78 para R$655,34.

Entre os principais aumentos, destacam-se a batata (40,23%); o arroz (8,30%); e o café (4,02%). É importante ressaltar que a batata foi o item que mais aumentou ao longo de 2024, com um acréscimo de 54,11%. Em termos acumulados nos últimos 12 meses, o aumento chega a aproximadamente 99,30%.

A surpresa negativa ficou por conta da batata, era esperado um equilíbrio maior no preço do produto, devido à grande alta que o item tem apresentado ao longo dos últimos meses, o que resultou no aumento do valor. Contudo, a diminuição da produtividade devido a fatores climáticos quase anulou o aumento da área de cultivo. Há uma expectativa de boa colheita da “segunda safra” no mês de junho, a qual deverá fazer pressão para um melhor custo na próxima medição.

O principal motivo pelo aumento no preço do arroz, foi a problematização climática que ocorreu no Rio Grande do Sul, elevando em 8,30%.

Por outro lado, o café em pó, além do atraso da safra nacional, teve sua cotação compelida nos mercados externos devido à instabilidade da safra vietnamita, pois o Vietnã é o segundo produtor mundial, atrás apenas do Brasil e muito à frente da Colômbia.

Além disso, houve aumento no percentual do gasto com alimentos em relação ao salário-mínimo bruto e líquido, passando de 44,96% para 46,41% e de 48,60% para 50,18%, respectivamente, de abril para maio de 2024. Isso reflete uma redução no poder de compra do trabalhador.

A pesquisa, que também tem parceria com a Unioeste de outros municípios, apontou que todas as cidades pesquisadas apresentaram aumento no valor da cesta básica, com destaque para Francisco Beltrão (7,35%); Cascavel (3,24%), e houve uma redução em Toledo (-1,02%).

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