
Caso Yasmin: remédios foram encaminhados para perícia, informa Polícia Civil
Demais informações sobre a investigação não serão repassadas, pois o caso corre sob sigilo absoluto....
Publicado em
Por Silmara Santos
A Polícia Civil informou na noite desta segunda-feira (17) que os medicamentos recebidos pela família de Yasmin Aparecida Campos para tratamento contra o neuroblastoma foram encaminhados para a perícia hoje.
Demais informações sobre a investigação não serão repassadas, pois o caso corre sob sigilo absoluto.
O caso
A luta de Yasmin Aparecida Campos, uma menina de 11 anos, contra o neuroblastoma, um tipo de câncer extremamente agressivo, ganhou um novo capítulo. Além de enfrentar a doença, a família agora lida com um golpe que pode ter comprometido o tratamento da criança. A Polícia Civil do Paraná está investigando o caso e busca descobrir o paradeiro dos responsáveis por uma empresa envolvida no processo de importação do medicamento necessário para o tratamento de Yasmin.
A família de Yasmin havia entrado com um pedido judicial para obter os medicamentos para o tratamento da doença. Devido ao custo proibitivo do remédio, mais de R$ 2 milhões, o governo do Paraná foi ordenado judicialmente a pagar pelo medicamento através de sequestro de valores. O remédio seria importado para o Brasil e fornecido à criança.
Segundo a Polícia Civil, os valores foram repassados à empresa importadora. No entanto, uma terceira empresa, que estaria envolvida no processo de importação, teria desaparecido após receber o dinheiro. Os proprietários não estariam respondendo às tentativas de contato.
A delegada Thais Regina Zanatta, que conduz a investigação, relatou que apenas parte dos remédios foi entregue à família. A suspeita é que a medicação entregue, que não possui selo da Anvisa, possa ser falsificada ou até mesmo um placebo, colocando em risco o tratamento e a saúde de Yasmin.
A investigação está sendo conduzida em sigilo total. A Polícia Civil está tomando medidas para bloquear os bens e encontrar os criminosos. A delegada Zanatta também informou que há a possibilidade de haver mais vítimas, caso outras famílias tenham recebido medicamentos falsos.
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