
Servidores públicos afastados em megaoperação contra corrupção no Detran-PR
A operação tem como foco investigar possíveis crimes de associação criminosa, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, falsificação de documento público e lavagem de bens, direitos...
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Por Fábio Wronski

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, através do Núcleo de Maringá, realizou na manhã desta terça-feira, 11 de junho, a Operação Money Poup. A ação resultou no cumprimento de 37 mandados de busca e apreensão, monitorações eletrônicas, recolhimentos domiciliares, além de proibições de acesso e frequência a determinados lugares e de contato com pessoas previamente estabelecidas.
A operação tem como foco investigar possíveis crimes de associação criminosa, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, falsificação de documento público e lavagem de bens, direitos e valores. Os crimes estão relacionados à 86ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), localizada em Sarandi. As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Sarandi e cumpridas em endereços associados aos investigados nas cidades de Sarandi, Maringá e Santa Fé.
Como resultado da operação, o chefe e um servidor público da Ciretran, além do assessor de um vereador de Maringá, foram afastados cautelarmente de suas funções públicas devido ao suposto envolvimento nos delitos investigados.
A investigação teve início em março de 2023, quando o Gaeco de Maringá recebeu informações sobre um possível esquema de venda de informações privilegiadas por parte de servidores do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) em benefício de um despachante específico. À medida que a investigação avançou, foram identificadas empresas e pessoas físicas que seriam beneficiárias do suposto esquema.
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