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Imagem referente a Adolescente de 16 Anos confessa ter assassinado pai, mãe e irmã
Foto: Bahia Extremosul

Adolescente de 16 Anos confessa ter assassinado pai, mãe e irmã

Ao chegar à residência da família na Rua Raimundo Nonato de Sa, as autoridades encontraram os corpos em avançado estado de decomposição, evidenciando que os assassinatos...

Publicado em

Por Silmara Santos

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Foto: Bahia Extremosul

Um crime chocante abalou a tranquilidade da Vila Jaguara, na Zona Oeste de São Paulo, quando um adolescente de 16 anos confessou à polícia ter assassinado seu pai, mãe e irmã. O jovem, cujo pai era Guarda Civil Municipal em Jundiaí, utilizou a arma de fogo do mesmo para cometer os homicídios. A tragédia foi descoberta após o próprio adolescente ligar para a Polícia Militar, manifestando sua intenção de se entregar.

Ao chegar à residência da família na Rua Raimundo Nonato de Sa, as autoridades encontraram os corpos em avançado estado de decomposição, evidenciando que os assassinatos haviam ocorrido dias antes do aviso à polícia. A arma do crime, uma pistola municiada, foi encontrada na sala, ao lado dos corpos, indicando a gravidade e a frieza do ato cometido pelo jovem.

As motivações por trás desse ato bárbaro começaram a surgir durante o interrogatório na delegacia. O adolescente afirmou ter cometido os assassinatos movido por uma profunda raiva acumulada devido a desentendimentos recorrentes com seus pais adotivos. A situação teria atingido um ápice quando, segundo ele, foi humilhado e desrespeitado, culminando na tragédia que se seguiu.

Os relatos do adolescente pintam um quadro de planejamento meticuloso e execução premeditada do crime. Ele confessou ter atirado no pai enquanto este estava de costas na cozinha, seguido pelo assassinato da irmã, que veio investigar o barulho. Posteriormente, aguardou a chegada da mãe para perpetrar o último ato hediondo. O adolescente demonstrou uma frieza perturbadora ao colocar uma faca sobre o corpo da mãe no dia seguinte.

O caso, que chocou a comunidade local, foi registrado pelas autoridades como ato infracional por homicídio, feminicídio, posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e vilipêndio de cadáver. A tragédia serve como um alerta para a importância da detecção precoce de sinais de conflitos familiares e da necessidade de oferecer apoio e recursos adequados para lidar com questões de saúde mental na juventude.

Fonte: Bahiaextremosul

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