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Imagem referente a Suplente de Conselheiro Tutelar é preso por estupro a vulnerável

Suplente de Conselheiro Tutelar é preso por estupro a vulnerável

A denúncia é que o funcionário noturno teria beijado uma menina que estava acolhida no Projeto de Residência inclusiva ...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Suplente de Conselheiro Tutelar é preso por estupro a vulnerável

No último sábado, 18 de maio de 2024, por volta das 16h, policiais militares do 14º Batalhão da Polícia Militar de Foz do Iguaçu realizaram uma abordagem de trânsito na Avenida Paraná, na Vila A, em frente à Igreja Matriz. Durante a ação, os agentes visualizaram um veículo Fiat Argo, de cor vermelha, estacionado com os alertas ligados, o que motivou a verificação da situação do automóvel e de seus ocupantes.

No interior do veículo estavam duas pessoas identificadas como C. L. e A.S. Embora não tenham sido encontradas irregularidades no veículo, ao verificarem a situação dos ocupantes, os policiais constataram a existência de um mandado de prisão em desfavor de C. L., ex-conselheiro tutelar e atualmente segundo suplente do Conselho Tutelar de Foz do Iguaçu, que utiliza o nome social do colega.

O mandado de prisão foi expedido pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar e pela Vara de Crimes Contra Crianças, Adolescentes e Idosos de Foz do Iguaçu, em decorrência de um crime tipificado no artigo 217 do Código Penal Brasileiro, que trata do estupro de vulnerável.

Segundo a denúncia, uma jovem acolhida no Projeto Residência Inclusiva, destinado a jovens e adultos com deficiência em situação de dependência e subordinado à Secretaria Municipal de Assistência Social de Foz do Iguaçu, relatou ao psicólogo da unidade que, nos últimos dias, durante o plantão noturno, o funcionário C. L. teria beijado a menina diversas vezes, feito convites para intimidades e apalpado seus seios. A jovem afirmou que o ato não se concretizou em um abuso maior devido à presença de outras duas meninas no quarto.

Diante da gravidade dos fatos e de outras investigações em curso, o Poder Judiciário decidiu pela decretação da prisão preventiva do denunciado. A ação visa garantir a segurança das vítimas e a continuidade das investigações sem interferências.

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