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Dólar sobe com ruído político e pressão técnica antes do PIB dos EUA

Após a operação desta quarta-feira da Polícia Federal determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news no STF, o deputado federal Eduardo...

Publicado em

Por Agência Estado

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O dólar opera em alta na manhã desta quinta-feira (28) sob pressão técnica de comprados em moeda americana nesta véspera de definição da última Ptax de maio, com o acirramento dos ruídos políticos no Brasil e alinhado à alta do peso mexicano no exterior em meio à queda do petróleo. Investidores comprados em contratos cambiais (apostaram na alta de preço) reagem após o dólar acumular perdas de mais de 8% nas últimas seis sessões. O IGP-M teve desaceleração menor e a taxa de desemprego no País veio no piso das previsões do mercado.

Após a operação desta quarta-feira da Polícia Federal determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news no STF, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) fez ameaças e falou em “momento de ruptura”. “(…)Não é mais uma opção de se, mas, sim, de quando isso vai ocorrer”, disse o deputado em uma transmissão ao vivo do blog Terça Livre, de Allan dos Santos, um dos alvos da operação da PF. “Quando chegar ao ponto em que o presidente não tiver mais saída e for necessária uma medida enérgica, ele é que será taxado como ditador”, ameaçou o filho de Jair Bolsonaro.

Já o presidente disse que “algo de muito grave está acontecendo com nossa democracia”, sem citar a operação. Ontem, o procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao ministro Edson Fachin, do STF, a suspensão do inquérito das fake news.

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,6% no trimestre encerrado em abril, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE. Em igual período de 2019, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,5%. No trimestre até março de 2020, a taxa de desocupação estava em 12,2%.

Já o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) desacelerou de 0,80% em abril para 0,28% em maio. Essa deflação contou com a contribuição principal dos grupos Educação, Leitura e Recreação (-0,05% para -2,22%) e Transportes (-1,49% para -2,60%).

O investidor aguarda agora a segunda leitura do PIB dos Estados Unidos no primeiro trimestre (9h30). Às 9h22, o dólar subia a R$ 5,3119 e o dólar futuro para junho avançava a R$ 5,3119 (+0,64%).

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