
A falta que o Banestado faz – por Marcos Formighieri
Sem, a vacina, ou um remédio que combata a doença não há salvação. Esta é a verdade e a ela temos que nos ater. Mas a...
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Por Redação CGN

Esta situação de pandemia que vivemos, nos faz refletir sobre coisas que em outros tempos deixaríamos de lado. É preciso antes de mais nada nos conscientizarmos, de que até agora e por mais algum tempo a doença não tem cura e portanto cabe a cada um de nós em particular e a humanidade como um todo se proteger do vírus, que está disseminado pelo mundo afora.
Sem, a vacina, ou um remédio que combata a doença não há salvação. Esta é a verdade e a ela temos que nos ater. Mas a vida, embora com grandes dificuldades e perigo, continua e faz necessário nos adaptarmos a nova realidade. Peças importantes na forma de enfrentar o problema, são os gestores públicos com suas decisões e determinação.
Governadores, prefeitos, que tem dado o seu melhor na luta contra o terrível inimigo. Ao mesmo tempo em que determinam medidas de proteção as pessoas, com a única de que dispõe até agora, qual seja o isolamento social, também preocupam-se com a busca de soluções que visem manter a economia com um mínimo de atividade dentro do possível.
Nosso Estado, está entre a federação com um dos menores índices de contaminação. Isto se deve a vários fatores, entre eles a determinação do governador e de prefeitos que destemidamente enfrentaram o problema e determinaram o incômodo isolamento social no tempo certo e com a abrangência necessária.
De outro lado, no campo da economia, tanto o governador, como prefeitos como o de Cascavel, dentro de sua limitações, dão exemplo com determinação de execução de obras públicas, necessárias e urgentes, mas também como instrumento de irrigação da economia.
O governador determinou dias atrás, tentando dar um alento a economia que os dois únicos instrumentos financeiros que o Estado possui financiassem dentro de seus limites as necessidades das empresas que vivem um aperto colossal em suas finanças em todos os graus.
Claro que os recursos que a Fomento Paraná e o BRDE possuem são limitados e os do governo federal mediantes repasse do BNDES até agora estão só na promessa. Mas mesmo assim e é preciso que se diga nossos dois agentes financeiros, dirigidos por competentes administradores e sensíveis as urgentes necessidades do momento tem atendido muito do que lhes é pedido.
Parabéns a toda pequena equipe que compõe o quadro funcional do BRDE e da Fomento Paraná, competentemente conduzida pelos administradores Wilson Bley e Heraldo Alves das Neves. Estão cumprindo com muito sacrifício decorrente da falta de recursos a determinação do governador.
É motivo de satisfação, ouvirmos elogios das pessoas a forma como são tratados por estas duas instituições, que buscam atender aos pleitos que lhes são dirigidos em contraponto às mentiras e má informação que recebem dos bancos privados, cujo único objetivo é lucrar com a desgraça que o País atravessa.
Salvar empresas e ajudar a economia, fica só na propaganda desses agiotas travestidos de banqueiros.Como seria bom se nesta hora ainda tivéssemos o Banestado para apoiar a nossa economia em parceria com BRDE e Fomento Paraná. Tomem nota destas coisas minha gente, pois a pandemia vai passar e aí é preciso nos lembramos de quem nestes dias terríveis esteve ao nosso lado.
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