
Família do Universitário vive drama após queda de poste e demora na religação de energia
O acidente resultou em prejuízos e na necessidade de substituição do poste, onde está instalado o padrão de energia da residência. Após ter sido realizada a...
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Por Silmara Santos
A moradora de uma residência na Rua Prates, no Bairro Universitário, dona Elenilma da Silva, está enfrentando uma situação de emergência após um acidente ocorrido na noite da última terça-feira (30). Um caminhão enroscou-se nos fios de um poste que, em seguida, caiu sobre a residência da internauta, causando danos significativos e interrompendo o fornecimento de energia elétrica.
O acidente resultou em prejuízos e na necessidade de substituição do poste, onde está instalado o padrão de energia da residência. Após ter sido realizada a substituição do poste, a família agora não está conseguindo a ligação da energia.
“Estou desde terça-feira sem luz. O caminhão passou, puxou o fio e derrubou o poste. Meu esposo é aposentado e tive que usar o dinheiro da aposentadoria dele para comprar um novo poste, contratar um eletricista, tudo para tentar resolver a situação o mais rápido possível”, relatou Elenilma.
A moradora esperava que a Copel realizasse a ligação na quinta-feira (02), mas até o momento, a empresa não compareceu. Segundo Elenilma, ao contatar a Copel, foi informada de que o prazo para a religação da energia seria entre a próxima segunda-feira (06) e a quarta-feira (09).
A situação se torna ainda mais crítica quando consideramos que na residência vivem duas crianças com necessidades especiais e uma idosa. A falta de energia elétrica, portanto, não é apenas um inconveniente, mas uma questão de saúde e bem-estar para esses residentes.
Elenilma questiona a demora no serviço, considerando a situação delicada em que se encontra sua família. “Eu tenho duas crianças especiais, um cadeirante e um autista. E essas crianças estão muito agitadas. Como vou dar banho nelas com água fria? E se elas pegarem uma gripe? E uma delas toma remédio controlado e está ficando agitada por não ter música para ouvir”, desabafou a moradora.
A demora no serviço de religação tem gerado questionamentos e preocupações, uma vez que a falta de energia elétrica afeta diretamente a vida das duas crianças especiais e da idosa que residem na casa, elevando a urgência da resolução do problema.
A equipe da CGN deixa o espaço aberto para que a Copel se manifeste sobre a previsão do serviço.
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