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Presidente chama Doria de ‘bosta’ e Witzel, de ‘estrume’

“O que esses caras fizeram com o vírus, esse bosta desse governador de São Paulo, esse estrume do Rio de Janeiro, entre outros, é exatamente isso”,...

Publicado em

Por Agência Estado

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Ao criticar o isolamento social como medida de combate ao novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro chamou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de “bosta”, e o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), de “estrume”.

“O que esses caras fizeram com o vírus, esse bosta desse governador de São Paulo, esse estrume do Rio de Janeiro, entre outros, é exatamente isso”, disse Bolsonaro durante a reunião ministerial do dia 22.

No Twitter, Doria criticou o tom da reunião ministerial e os ataques de Bolsonaro. “O Brasil está atônito com o nível da reunião ministerial. Palavrões, ofensas e ataques a governadores, prefeitos, parlamentares e ministros do Supremo demonstram descaso com a democracia, desprezo pela Nação e agressões à institucionalidade da Presidência da República”, afirmou. “Lamentável exemplo em meio à maior crise da saúde da história do País e diante de milhares de vítimas.”

Chamado de “estrume” por Bolsonaro, Witzel reagiu, também com mensagem postada nas redes sociais. Ele disse que o presidente o chama em vídeo do ele “próprio se vê.” “A falta de respeito de Bolsonaro pelos poderes atinge a honra de todos. Sinto na pele seu desapreço pela independência dos poderes. E espero que num futuro breve o povo brasileiro entenda que, do que ele me chama, é essencialmente como ele próprio se vê.”

Aliados durante a eleição de 2018, Witzel e Bolsonaro romperam no ano passado, depois que o presidente passou a dizer que o governador quer ser candidato em 2022.

Anteontem, Bolsonaro fez uma reunião com os 27 governadores para discutir a ajuda do socorro emergencial aos Estados e municípios. Ninguém falou sobre as medidas de isolamento. Na semana passada, no entanto, Bolsonaro havia pedido para empresários de São Paulo “jogarem pesado” contra Doria para o fim da quarentena.

Na reunião ministerial, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), também foi atacado por Bolsonaro. A capital do Amazonas teve um colapso no atendimento de Saúde pelo elevado número de casos da covid-19. “Aproveitaram o vírus, tá um bosta de um prefeito lá de Manaus agora, abrindo covas coletivas. Um bosta. Que quem não conhece a história dele, procura conhecer, que eu conheci dentro da Câmara, com ele do meu lado! Né?”, disse o presidente.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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