
Comerciante brutalmente assassinado em Curitiba: esposa é a principal suspeita
A principal suspeita do crime é a esposa da vítima, que foi detida pela Polícia Militar. As crianças do casal estavam presentes no local e presenciaram...
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Por Fábio Wronski

Um trágico fato ocorreu na tarde desta quarta-feira na Vila Leonice, no bairro Cachoeira, em Curitiba, onde Rodrigo Sabadin de Lara, um comerciante de 38 anos, foi brutalmente assassinado. O crime ocorreu em uma distribuidora situada na Rua David Bodiziak, onde a vítima foi atingida por golpes de faca e martelo.
A principal suspeita do crime é a esposa da vítima, que foi detida pela Polícia Militar. As crianças do casal estavam presentes no local e presenciaram o terrível incidente.
A área foi isolada pelos militares para que a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a Polícia Científica pudessem realizar a perícia. O corpo de Rodrigo Sabadin de Lara foi posteriormente encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de necrópsia.
O pai da vítima, João Sabadin, estava no local e conversou com nossa reportagem. Ele relatou que o casal estava junto há cerca de oito anos e suspeitava que houvesse envolvimento de drogas no crime. No entanto, ele não pôde confirmar muitos detalhes, pois morava em outra cidade e passava a maior parte do tempo viajando devido à sua profissão como caminhoneiro.
Ah, ela falou que ela matou e matava de volta, se fosse preciso. Só que eu acho que pra mim não foi só ela, né? Que tá o pai dela ali dentro. Diz que a mãe dela tá ali dentro. Não sei, não posso afirmar que eu não entrei lá dentro. Eles não quiseram deixar eu entrar lá dentro.
João Sabadin afirmou ainda que a suspeita confessou o crime, mas ele acredita que ela não agiu sozinha. O crime foi descoberto por um colega, para quem a suspeita ligou confessando o ato.
Foi um colega, é que ela ficou ligando pra um monte de gente. Ligou pra um outro cara que tá ali dentro, ligou não sei pra quem aí pra vir ver. Ela ligou dizendo que tinha matado. É, ela ligou dizendo que tinha matado. Só que ela, como eu, nem posso dizer que sou sogo, nem um demônio desse aí. Se ela liga pra mim, ó, tá me batendo, sei lá, eu vim aqui e ia acabar. Porque no meu caso, uma vez eu vim aqui, os quis acabar com isso aqui. Eu ia pôr caminhão aqui, ia deixar tudo pra caminhão aí. Como ela não tinha onde morar, eu peguei deixando, olha aí a tragédia que deu aí. Você tem dó de filho? É o pior burrice que você faz. Porque se eles deram um cara que segue, vai trabalhar?
Este caso chocante de violência doméstica e assassinato ainda está sob investigação.
Imagens e informações: Brasil Urgente Curitiba.
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